terça-feira, 29 de novembro de 2016

Dica de livro: A Invenção de Hugo Cabret

    Boa noite, amores, tudo de boa?
Por aqui está tudo corrido! Passei a tarde hoje fazendo baldinhos de natal para a festinha de despedida das crianças. Ainda tem o período de reforço dos alunos, mas, alguns já se despedem essa semana. A parte mais horrível de ser professora é essa: ter de se separar daqueles pimpolhos terríveis que aprendemos a amar durante o ano...

    Enfim, hoje estou aqui para dar a dica de um livro que minha aluna me emprestou. A Invenção de Hugo Cabret, escrito por Brian Selzenick, com 534 páginas publicado pela editora Edições SM.



    Gente, olha que capa maravilhosa? Cheia de detalhes em metal, tão linda...

SINOPSE: Hugo Cabret é um menino órfão que vive escondido na central de trem em Paris nos anos 1930. Esgueirando-se por passagens secretas, Hugo toma conta dos gigantescos relógios do lugar: escuta seus compassos, observa os enormes ponteiros e responsabiliza-se pelo funcionamento das máquinas. A sobrevivência de Hugo depende do anonimato: ele tenta se manter invisível porque guarda um incrível segredo, que é posto em risco quando o severo dono da loja de brinquedos da estação e sua afilhada cruzam o caminho do garoto. Um desenho enigmático, um caderno valioso, uma chave roubada e um homem mecânico estão no centro desta intrincada e imprevisível história, que, narrada por texto e imagens, mistura elementos dos quadrinhos do cinema, oferecendo uma diferente e emocionante experiência de leitura.

    Eu já tinha assistido o filme uns dois anos atrás e me encantei com a trama. Asa Butterfield, Chloe Grace Möretz e Ben Kingsley formam um trio e tanto. Fora que Kingsley ficou muito parecido com Georges Méliès. 


    Desde que li Heróis do Olimpo eu não tinha lido mais nada steampunk, e esse me cativou. Fora que as páginas são muito visuais. Para cada seis páginas escritas mais ou menos, quatro delas possuem apenas um parágrafo por página e as próximas seis são representações com desenhos em preto e branco do que foi lido anteriormente. Dá pra ler em um dia, mas, eu não consegui, muita coisa pra fazer, notas pra fechar, decoração de natal pra fazer... E agora, em cima da hora me surgiu um casório pra fazer também. Quer dizer, fazer o casório não, mas, ser a cerimonialista, ou seja, aquela mina que trampa muito pra que tudo fique perfeito e que ninguém sabe que foi ela quem organizou tudo, hahahaha...



    Fora que aprendi um monte de coisas sobre o cinema primitivo... Sobre Georges Méliès e suas histórias cinematográficas. É um livro muito bem escrito e pra todas as idades. Só fiquei com uma dúvida, tanto no filme quanto no livro: eu não sei qual é a invenção de Hugo Cabret! É sério!!! Ahahahaha... Ele não inventou nada, hahahaaha... Se fosse a descoberta faria mais sentido... Mas, enfim, fica aí a dica de hoje. Já me vou!

    Beijos e queijos! ^.~




***Imagens da internet

4 comentários:

  1. Oie Cecyyyyy!
    Não li o livro (não sabia que tinha livro) mas assisti o filme e gostei muitoooo.
    Agora quero ler o livro para dar aquela conferida, não tenho problemas com assistir filmes antes de ler livros, sei que os roteiros adaptados precisam agradar o público mais imediatista então muita coisa é retirada e outras mais detalhadas, mas a essência deve permanecer :)
    oooowwwwnnnnn amo ilustrações já disse né??????
    Quero um bem casado do casório, cerimonialistas devem ter direito a uns dez pelo menos, eu quero dois :D
    Bjs Luli
    Café com Leitura na Rede

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    Respostas
    1. Oi Luli!!! Jura que você não sabia que tinha o livro? Olha é tão gostoso de ler, tão rico em ilustrações que dá até gosto de ver!
      Eu já não sou muito fã de assistir primeiro, normalmente eu me decepciono com o filme e caso eu assista antes. Muitas vezes quando assisto depois também, hahahaah...

      Concordo que cerimonialistas devem ter direitos aos bem casados, hahahaha...

      Beijoooo

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  2. Não li o livro ainda e também não assisti o filme buaaaaá, mas parece ser ótimo, é tão bom quando o livro vem com ilustrações né, bjocas.

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