quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

TOP Piriguitagem Literária 2017

     Bom dia, boa tarde, boa noite!

Passando hoje para fazer a segunda edição do TOP Piriguetagem Literária, uhuuuullll!!!! Vamos falar sobre os queridinhos da titia Cê aqui do ano de 2017. Ano passado o que me conquistou mesmo foi a inteligência dos carinhas, vamos ver se eu continuo assim ou se eu mudei alguma coisa. Para conferir a edição do ano passado, clique AQUI.

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    Bora lá?

10. Liam - Quando Tudo Faz Sentido - Amy Zhang

Liam é aquele cara reservado que observa e extrai apenas o que é bom, o que não vale a pena, ele simplesmente não absorve. E isso faz com que ele se torne um cara dez! Resenha.

9. Caio - Olhos da Deusa - Lígia Dantas

Em meio ao caos que está a vida de Rebeca, ela arruma tempo pra um namorado, mas, quem está ao lado dela sempre, é seu irmão, Caio. Inteligente, músico, confuso e muito fofo. Eu sei que ele é adolescente, mas, já tem mais de 16, o que não torna crime se ele estiver de acordo, hahaha. Credo, que cometário horrível! Confira a resenha e uma entrevista com a autora.

8. Simon Carmichael - Trilogia Sereia - Tricia Rayburn

Eu sei que ano passado o Simon esteve presente no TOP de 2016, mas, terminei de ler a série ano passado, e ele é lindo, fofo, inteligente e eu sou apaixonada por ele! Confira as resenhas de  SereiaEncanto e Profundezas.

7. David - Saga Feios - Scott Westerfeld

 Feios foi diferente de tudo o que eu já li. Ri e chorei, fiquei feliz e com raiva, amei e odiei. Mas, teve um que eu amei desde o começo: David. Ele era um feio, com uma cicatriz na testa, o nariz torto e um cara muito decente, inteligente, estrategista, observador e abnegado. O único que em momento algum eu tive vontade de degolar, rs. Confira as resenhas de FeiosPerfeitos e Especiais.

6. Gustavo - Duologia Tinderela - RM Cordeiro

Sabe aquele romance gostoso, que começa na base da observação? É o que encontramos aqui. Gustavo é um cara simples, observador, trabalhador e apaixonante. Confiram aqui as resenhas de   Tinderela  e Tinderela Nunca Mais.

5. Ed - Sob o Olhar Grego - Bella Crestan

Então... Como não amar o Ed? Lindo, fofo, ruivo, bem longe dos padrões de beleza impostos pela sociedade, um músico talentoso e um cara super alto astral e bastante observador. Se não leu ainda, corre atrás da Bella Crestan que ela estará feliz em atender. Confiram aqui a resenha e uma entrevista bem divertida com a autora.

4. Bernardo - Teia dos Sonhos - Karine Aragão

Bernardo tem o mesmo problema do Caio: adolescente, mas, um adolescente que precisou crescer rápido demais devido a uma tragédia que aconteceu com sua família. E por isso, ele se tornou um cara bem atento a tudo e todos ao redor, e não deu a chance de Júlia escapar. Me imaginei com ele no stand-up cantando Onze:20 pra mim. Karine, sua lindaaa, criou um personagem que deixa o nosso fofurômetro nas alturas!!! Resenha em breve!

3. Max - Sobreviventes do Caos - Bianca Gulim

Não tenho muito o que falar do Max, afinal, ele está nos Top 3, né? Nunca falei isso, mas, sabe como sempre imaginei o Max? Como o J da banda Five, quem lembra? O J era meu boy favorito do Five, ainda hoje enquanto estava fazendo essa lista estava ouvindo Five, e de repente me veio Max na cabeça... Fora que além de lindo, o cara é guerreiro, justo, forte, corajoso e abnegado. Quer mais? Acompanhe a resenha de Sobreviventes do Caos e uma big entrevista com a autora divididas em três partes: parte I, parte II, parte III.
2. Noah Collins - Depois do Fim - Tay Lopes

E aí você pega o livro Depois do Fim e se depara com Noah Collins, um cara lindo de olhos azuis, com mãos protetoras, que analisa comportamentos para saber onde pisar. Extremamente fofo, inteligente e músico. Esse ano pelo visto, a regra era ser observador e músico, rs. Confira a resenha desse livro incrível.

1. DAY - Trilogia Legend

Claro que seria ele, né gente! A Lenda da República, o criminoso mais procurado do país e o cara mais abnegado da face da Terra: Daniel Wang. Day tem uma das características que mais gosto: cabelos rebeldes, rs. Day é fofo, corajoso, amoroso, abnegado, inteligente, estrategista, observador e (SPOILER) está morrendo. Sim, ele está morrendo. Para conferir as resenhas dos três livros, clique nos títulos:  LegendProdigy e Champion.

BÔNUS:

The Doctor - Mortalha da Lamentação

Claro que ele estaria aqui, né, gentemmm... Em Mortalha da Lamentação, o Doctor está com um abacaxi imenso para resolver no universo com Clara a tiracolo. Super vale a pena, e o Doctor nessa aventura é aquele cara super abnegado. Abnegação é a palavra certa para falar sobre essa obra. Amei muito! Confira a resenha no link.

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    Então era isso pessoas! Me contem quais foram as piriguetagem de vocês esse ano!

Beijoooo


terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Dia Nacional Das Histórias em Quadrinhos

     Olá, pessoas, tudo bem?

Hoje é um dia muito importante para a comunidade quadrinística, pois é o Dia Nacional das HQ's.

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   Esta data tem como objetivo homenagear este gênero literário que é um grande responsável em apresentar e incentivar muitas crianças - e adultos também - ao mundo da literatura.

     No Brasil as HQ"s surgiram na metade do século XIX, porém ficou popular com o lançamento de alguns clássicos como A Turma da Mônica, O Menino Maluquinho, A Turma do Pererê e Tico e Teco - sendo esta considerada a primeira revista em quadrinho lançada no Brasil no dia 11 de outubro de 1905. 

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    Já a escolha para essa datá é que em 30 de janeiro de 1869, foi publicada a primeira HQ brasileira, intitulada de As Aventuras de Nhô-Quim ou Impressões de uma Viagem a Corte, de Angelo Agostini.

    Em 1984 (nasci!, rs), ficou certo então pela Associação dos Quadrinistas e Cartunistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP), que todo o dia 30 de janeiro seria comemorado o dia nacional do quadrinho em homenagem ao trabalho de Angelo Agostini, e anualmente, como parte das celebrações desta data, a Associação organiza o Prêmio Angelo Agostini, que tem o propósito de prestigiar os talentosos profissionais brasileiros atuantes na produção da 7ª arte. (Fonte: https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-das-historias-em-quadrinhos/)

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     Então pessoas, achei super legal isso e quis trazer a matéria sobre o Dia Nacional da HQ, não sabia disso. Então, quero parabenizar aos produtores de quadrinhos um feliz dia, e convido todos vocês para visitarem o blog do meu amigo querido Victor Hugo Carballo, Brigada Ônix. O Victor é quadrinista e sempre traz coisas legais com a Brigada Ônix - a épica jornada de três galantes herís em uma aventura mítica de proporções cósmicas -, eu acompanho as aventuras dessa Brigada há um tempo, e adoro. No momento o blog está de férias, mas, em breve teremos mais novidades por lá.

     Beijooooo


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quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Resenha #71: Champion - Marie Lu

    Olá pessoas, tudo bem?
Acho que falei ontem que hoje seria dia de TAG, mas, me atrapalhei aqui, e como já estava com essa resenha pronta, resolvi trazer.
Para quem não leu Legend e Prodigy, sugiro que leia, pois, podem haver spoilers dos outros livros. Se já leu os outros e, não leu esse, prometo tentar ao máximo não falar nada grave. Se não conferiu as outras duas resenhas, clique AQUI para o primeiro e AQUI para o segundo livro.

      Bora lá?

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 SINOPSE: No emocionante desfecho da trilogia Legend, June ocupa uma posição privilegiada no governo e Day trocou a alcunha de criminoso mais procurado do país peça de herói nacional. Mas quando tudo parece conspirar a favor da paz, a ameça da guerra ressurge na forma de um vírus mortal que começa a espalhar o pânico  entre as colônias. Em Champion, a vida de milhares de pessoas está novamente nas mãos de June, a menina-prodígio da República. Mas salvá-las significa também enfrentar novos desafios e exigir novos sacrifícios de seu amor. 


       Day e June conseguiram fazer com que a República apoiasse o novo Primeiro Eleitor, Anden, por que eles descobriram que o cara era realmente gente boa e estava disposto a fazer diferente de seu odioso pai. Tudo estava correndo bem, menos os corações dos protagonistas, pois, a separação doía. Fazia meses desde que Day tinha terminado tudo com June, e ambos sentiam falta um do outro o tempo todo. Mas, ao invés de a paz imperar por mais tempo, as Colônias ameaçaram a República, pois, eles haviam descoberto que um vírus de uma nova praga estava tocando o terror nas Colônias, e ameaçaram uma guerra contra a República caso Anden não desse um antidoto. Até aí, tudo bem. O problema? Os testes precisariam ser realizados com o sangue de Eden, e o Primeiro Eleitor pede a June que telefone para Day, para que ela o convença a deixar que seu irmãozinho – e única família – seja novamente cobaia para realizar os testes. June agora está em um alto cargo do governo, e nem imagina que o motivo real para Day ter terminado com ela seja o fato de ele estar morrendo.

     E infelizmente, vemos o quadro da Lenda da República piorar com o passar das páginas, e agora, com a ameaça de uma guerra, Day novamente precisa tomar as rédeas do país, pois, as pessoas confiam mais nele do que no governante.  Durante o reencontro dos dois, é possível sentir as faíscas pularem das páginas e passar para o leitor, e June, que descreve Day sempre com tanto amor, nos faz permanecer apaixonadas por Day, pelo casal em si.

     Day agora está em uma sinuca de bico, pois, ao mesmo tempo que tem de lidar com a saúde do irmão, com a própria saúde mais frágil ainda e com o amor que sente por June, precisa ainda passar por cima de tudo o que ele quer proteger para um bem maior. Mas, será que ele está disposto mais uma vez a sacrificar tudo? Simultaneamente, June finalmente descobre o que aconteceu na noite da morte de seu irmão Metias – motivo que a fez ir atrás de Day, pois, foi convencida de que o menino tinha matado Metias – e confesso que nunca na minha vida, teria imaginado algo tão forte, tão incrível e tão cruel como a autora destruidora de corações criou.

     Gente, eu amo distopias, todo mundo sabe disso, mas, essa eu confesso que realmente me cativou. Day e June são adoráveis, e Anden é um Zezão irritante, mas, dá para ver as motivações, suas mudanças e conceitos, e dá para entender suas atitudes. Só não entendo o amor dele por June que vem se arrastando desde o segundo livro e eu nunca entendi onde aquilo começou. Eden, o irmão caçula de Day é só um menininho, mas, tem uma maturidade tão grande durante todo o livro que dá até gosto de ver, e podemos sentir como os irmãos sentem orgulho um do outro e como se amam incondicionalmente. June continua aquela fofa, confusa muitas vezes, sempre dividida entre o que se deve fazer e o que é o certo, e sempre nos surpreendendo com suas decisões.

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      Não vou falar muito, porque sem querer já dei spoilers ali em cima – spoilers dos livros anteriores, que fique bem claro, rs. Agora, preciso falar uma coisa, gente: o final desse livro me arrasou! Chorei? Óbvio! Nunca na minha vida, imaginaria um final como aquele. Claro que em distopias, em trilogias, em sagas e séries, sempre há uma guerra, e muita gente boa morre em guerras. Não é diferente neste livro, mas, o preço é alto demais, e não sei se eu seria altruísta o suficiente para tomar uma decisão que uma determinada pessoa tomou. Decisão essa que mudou a vida de todos.

     O livro termina com um salto de dez anos no tempo, e os protagonistas já estão com suas vidas feitas. June se lamenta, pois, seu irmão Metias faleceu com a mesma idade que ela tem agora, e dói em seu coração o fato de que a partir de agora, ela será mais velha, enquanto ele sempre terá 27 anos. E dá pra chorar mais um pouquinho, eu chorei bastante no último capítulo, e mais um pouco no epílogo. Tem um e-Book ainda que conta sobre a rotina dos protagonistas antes do primeiro livro, mas, ainda não consegui ler.

     Só sei que essa trilogia conquistou meu coração, e vai para as queridinhas. Minha saga favorita sempre será As Crônicas de Nárnia e minha distopia favorita sempre será Jogos Vorazes, mas, essa aqui está com um espaço quase tão grande quanto Divergente em meu coração, rs.

      Então era isso, pessoas! Beijoooooo....
           
            Champion – Do Caos e da Lenda Surgirá um Campeão – Marie Lu. Editora Rocco, 322 páginas.  Quem quiser me dar, estou aceitando de presente, pois li em e-Book. Simplesmente, amei! Super recomendo!

Beijooooo

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Resenha #70 - Cartas de Amor aos Mortos - Ava Dellaira


    Oie, pessoas!
Como disse, para compensar a falta de net da semana passada, teremos post até sexta-feira, ok? Então, como ainda tem muita resenha atrasada - desde o ano passado - vou trazer mais uma hoje, tá? Então bora pra resenha?

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   SINOPSE: Tudo  começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop... apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode esperar para escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era - encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um - é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.

      Temos aqui um livro bastante reflexivo e diferente. Ao mesmo tempo que me lembrou Te Amo,Te Odeio, Sinto Sua Falta, ele me deixou completamente atônita com algumas coisas. Porque me lembrou o livro citado acima: pelo fato de a protagonista sempre se comunicar por cartas, mas, a diferença é que ela não escrevia para a irmã morta, mas, para outras pessoas.

   Encontramos aqui a história de Laurel, uma garota tímida que está começando o primeiro ano letivo do ensino médio em uma escola longe de casa, pois, não queria estudar onde sua irmã estudava. A irmã dela, May, falecera há poucos meses, e Laurel não estava bem. A mãe em uma crise de desespero abandonou a filha com o pai – eles já eram separados há alguns anos – e foi para a Califórnia, deixando a menina com seus medos e frustrações para trás. Laurel então, morava uma semana na casa do pai, e uma semana na casa da tia. Após duas semanas sozinha na escola, ela resolveu se arriscar a falar com Natalie e Hannah, duas meninas que estavam sempre juntas e que pareciam ser muito legais. Ao se envolver com elas, Laurel finalmente foi se dando a chance de viver e conhecer mais sobre elas. Fizeram amizade com um casal do último ano, Kristen e Tristan, que mostraram a ela que ela poderia ser amada. Nesse meio tempo, ela escrevia cartas para pessoas mortas que ela admirava. Na verdade, foi a tarefa que a professora de inglês passou no primeiro dia de aula, mas, ela nunca entregou. Passamos a conhecer mais sobre cada personalidade para quem ela escreve e também saber mais sobre Laurel e May. A garota escreve cartas para River Phoenix, Amy Winehouse, Judy Garland, Janis Joplin, Jim Morrison, Heath Ledger, Amelia Eckhart (confesso que foram as que mais gostei) e o cara para quem ela mais escreve, Kurt Cobain.

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            Nesse meio tempo, ela se apaixona por um carinha lindo chamado Sky, que na descrição do livro pra mim, ficou a cara de Kenton Duty, rs. Laurel então descobre-se mais frágil que nunca, comete alguns erros graves e sofre as consequências desses erros, mas, o que vemos mais é uma menina desesperada para ter alguém que a proteja, pois, sua tia é uma fanática religiosa e não conversa com ela da maneira como deveria, sua mãe está longe e as conversas se resumem a respostas monossilábicas da filha e seu pai, tenta ser um bom e presente pai, mas, ainda está muito triste. Em cada carta que Laurel escreve, ela mostra a culpa que sente pela morte da irmã e em como ela poderia ter evitado – ou ao menos ela achava que se se mantivesse calada, teria evitado.

            Durante as páginas, vemos que a dor de Laurel não se resume apenas à perda da irmã, mas, ela tinha traumas profundos, cicatrizes que a impediam de ser feliz, coisas graves, situações muito complicadas e traumáticas, que só quem já passou pela mesma coisa sabe dizer como é. Infelizmente devido a sua timidez, a menina se calou, causando essas cicatrizes profundas, que aos poucos, ela foi tentando curar sozinha. E assim, temos a certeza que cada pessoa morta não foi escolhida aleatoriamente, mas, de alguma forma, ela se identificava com alguma situação pela qual a pessoa passou.

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             A autora escreve com uma sutileza muito grande os traumas vividos pela menina, e nos choca bastante, enquanto mostra que tudo pode dar certo. Uma curiosidade que achei super legal, é que a autora trabalhava na produção da adaptação para o cinema do filme As Vantagens de Ser Invisível, e pediu a Stephen Chbosky - autor do livro que acabei de citar - para que ele lesse o roteiro que ela tinha escrito para um filme. O autor gostou, mas, sugeriu que ela escrevesse um livro ao invés de um filme, um romance. A autora nunca tinha cogitado escrever um livro antes, mas, sonhava em ser escritora. Pouco tempo depois, perdeu a mãe e o livro acabou ajudando-a a superar o luto. Interessante, né? 
Para mim, foi um livro ao mesmo tempo duro de ler e arrebatador, é lindo ver como Laurel é empática, como se desligava de seus problemas para ajudar seus amigos, como sofria ao ver que não podia confiar na mãe, como não conseguia se expressar para seus amigos e namorado, e como ela ansiava mais que tudo, se libertar. Gostei muito mesmo, achei que encontraria uma coisa, e me vi em um enredo super diferente e carismático.


Carta de Amor aos Mortos (Love Letters to the Dead), Ava Dellaira. Editora Seguinte, 320 páginas. O último livro lido em 2016, simplesmente adorável!

   Amanhã tem TAG, ok?

Beijos + abraços + Bombons...

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Resenha #69: A Lista de Brett - Lori Nelson Spelman

     Oie, pessoas, tudo bem?
Fiquei brava com a tecnologia, pois, na quarta-feira passada fiquei sem internet e ela só deu o ar da graça hoje cedo... Detalhe, quarta (17) era niver do blog de quatro anos, e não consegui postar, mo meleca! :(

    Mas, pra compensar, teremos posts todos os dias dessa semana, ok? Então, vamos de resenha.

        Eu simplesmente estou apaixonada por esse livro! Confesso que quando achei de grátis dando sopa, o que me deixou mais curiosa foi a capa dele. Quase um ano se passou até que eu resolvesse ler, e li tudo em uma noite. Bora pra resenha?

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    SINOPSE:  Brett Bolingher parece ter tudo na vida - um ótimo emprego como executiva de publicidade, um namorado lindo e um loft moderno e espaçoso. Até que sua adorada mãe morre e deixa no testamento uma ordem: para receber sua parte na gorda herança, Brett precisa completar a lista de sonhos que escreveu quando era uma ingênua adolescente.
Deprimida e de luto, Brett consegue entender a decisão de sua mãe - seus desejos adolescentes não têm nada a ver com suas ambições de agora, aos trinta e quatro anos. Alguns itens da lista exigiriam que ela reinventasse sua vida inteira. Outros parecem mesmo possíveis.
Com relutância, Brett embarca numa jornada em busca de seus sonhos de adolescência. E vai descobrir que, às vezes, os melhores presentes da vida se encontram nos lugares mais inesperados.

            Brett Bohlinger tem 34 anos e uma vida confortável que vira de ponta cabeça após a morte de sua mãe. No dia da leitura do testamento, ela, que estava sendo preparada para assumir a presidência da empresa da mãe, descobre que além de não receber sua parte da herança junto com seus irmãos, não será a presidente de nada. Então, em uma reunião particular com o advogado, ele lhe mostra uma lista que Brett fez aos 14 anos, e, sem entender absolutamente nada daquilo, o advogado lhe informa que como último desejo, sua mãe lhe pediu que cumprisse durante o prazo de um ano toda aquela lista, e, caso isso não ocorresse, ela ficaria sem herança. A moça não entendeu nada, mas, sua mãe tinha um plano e lhe deixou cartas para cada meta cumprida, e riscou ou as que já estavam cumpridas, ou as que ela não quisesse que a filha cumprisse, e para as que faltavam, ela colocou um asterisco, além de comentários aleatórios. As metas eram:

*1. Ter um filho, talvez dois;
2. Beijar Nick Nicol;
3. Ser líder de torcida; Parabéns! Isso era tão importante assim?
4. Tirar apenas A nas provas; A perfeição é superestimada.
5. Esquiar nos Alpes; Como nos divertimos!
*6. Ter um cachorro
7. Dar a resposta certa na aula quando a irmã Rose me chamar e eu estiver conversando com a Carrie;
8. Conhecer Paris; Ah, temos tantas recordações!
*9. Continuar amiga da Carrie Newsome para sempre!
10. Entrar para a Northwestern; Estou tão orgulhosa da sua determinação!
11. Ser simpática e agradável; Está indo bem!
*12. Ajudar aos pobres;
*13. Ter uma casa bem legal;
*14 Ter um cavalo;
15. Participar de uma corrida de touros; Nem pense nisso!
16. Aprender francês; Très Bien!
*17. Me apaixonar;
*18. Fazer uma apresentação ao vivo em um palco imenso;
*19 Ter um bom relacionamento com meu pai;
*20. Ser uma professora maravilhosa!

            Essas eram as aspirações de Brett aos 14 anos, e ela não conseguia entender o que sua mãe queria com tudo aquilo. Vinte anos havia se passado, Brett não era mais aquela garota inocente, ela estava sendo preparada para assumir a empresa da mãe, e a mãe queria que ela comprasse um cavalo, como assim? E após essa carta, a moça vê sua vida entrar em um looping sem fim: ela é demitida da empresa da mãe por sua nova chefe (que é sua cunhada), descobre duas traições de pessoas que ela supunha amar, não pode ficar na casa da mãe, não consegue mais confiar em ninguém a não ser no advogado e se sente cada vez mais só, até, que quando resolve cumprir a lista da mãe apenas para ter direito a sua herança e não morrer de fome, ela começa a notar que perdeu muito de sua ousadia, otimismo e se acomodou em uma vidinha confortável que lhe foi proporcionada, quando, na verdade, deveria correr atrás de todas as coisas que realmente queria.

            Claro que ela ainda se decepciona com muitas coisas, mas, conforme ela vai tentando se encontrar, ela vai conhecendo mais de si mesma e consegue ver o que sua mãe via, a mulher forte que ela era e que podia ser. O que eu mais gostei nesse livro foi a positividade com que as cartas da mãe de Brett surtiam na vida dela. Ela realmente passou a fazer as coisas de uma forma inconsciente e foi se tornando uma pessoa melhor, mais ousada e mais feliz.

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ALERTA DE SPOILER NÃO GRAVE:

            Ri muito quando a moça chegou até o advogado para dizer que uma meta já estava cumprida, que ela já estava apaixonada, pois, dividia o apartamento com seu namorado Andrew há anos, e logo ao abrir a primeira carta, o advogado lê as seguintes palavras: “Olá Brett. Sinto muito que você tenha cruzado a cidade inteira para me dizer que está apaixonada pelo Andrew”, gente! Foi demais aquilo!

            Eu sempre faço minhas listas de meta a cada ano, e assim como Brett, também já fui muito sonhadora. Hoje tenho meus dois pés no chão, mas, confesso que minha lista desse ano até que tem algumas semelhanças com a dela! Claro que não quero participar de uma corrida de touros, e apesar de cavalos serem os animais mais lindos do mundo e um dos meus favoritos, eu nem tenho como ter um, mas, outras eu super me identifiquei. E deixo a dica para que você se identifique também. Ou não. Só digo uma coisa: vale a pena ler esse livro, para ao menos ter a sensação de leveza e pensar que sonhos nunca são tardios!


A Lista de Brett (The Life List) – Lori Nelson Spelman. Verus Editora, 268 páginas. Simplesmente lindo, super recomendado!

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Especiais - Scott Westerfeld

     Hello, hello!
Como vocês estão? Desejo uma ótima semana a todos. E hoje, trarei uma resenha que prometi para o ano passado, mas, não rolou. Então, vamos descobrir o que aconteceu com Tally Youngblood?

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SINOPSE: Circunstâncias Especiais. As palavras dão arrepios a Tally desde seus dias como uma repugnante e revoltada Feia. Naquela época, Especiais eram um boato sinistro - assustadoramente bonitos, perigosamente fortes, chocantemente rápidos. Perfeitos comuns podem viver uma vida inteira sem conhecer um especial. Mas Tally nunca fora comum.
E agora ela se tornou um deles: uma super máquina de combate, construída para manter os feios humilhados e os perfeitos idiotas.
A força, a velocidade, e a clareza e foco de seus pensamentos é a melhor coisa que Tally consegue lembrar. Na maior parte do tempo. Uma pequena parte do seu coração ainda se lembra de algo mais.
Mesmo assim, é fácil ignorar isso - ate Tally oferecer-se a acabar permanentemente com os rebeldes da Nova Fumaça. Tudo se resume a uma escolha: escutar seu coração ou realizar a missão para que foi programada. De qualquer jeito, o mundo de Tally nunca mais será o mesmo.


      Confesso que estava com medo desse livro, pois, me irritei muito com Tally em Perfeitos. Mas, este eu li rapidinho, pois a trama me pegou de jeito. Tally, Shay e Fausto são amigos, perfeitos, Especiais e Cortadores, e precisam desbancar a Nova Fumaça. Em uma emboscada causada pelos Enfumaçados, Fausto é capturado e Tally e Shay precisam usar todos os artifícios para trazer o amigo de volta e finalmente, acabar com tudo e transformar os rebeldes em avoados. É o que ela mais quer. Ao reencontrar com David, Tally novamente tem a chance de tentar relembrar alguma coisa, porém, ao ser dopada e operada contra a vontade quando foi capturada por Shay, seu cérebro foi reprogramado – de novo -  e ela agora tinha lembranças horríveis a respeito dele, e desenvolveu um certo asco pelo rapaz. Shay então, descobre que Zane saiu do hospital – quem leu Perfeitos sabe o motivo, rs -  e faz uma proposta para ele: encontrar a Nova Fumaça, denunciar a localização dos rebeldes, e assim, ele se tornará um Especial e ficará com Tally. Falando nela, seu cérebro ficou tão deturpado, que ela não conseguia nem olhar para Zane sem sentir nojo de suas mãos trêmulas e seus olhos sem vida. Por amor a moça, ele então junta um pequeno grupo de Crims – entre eles, Peris, o antigo melhor amigo de Tally na época de feia – e partem em direção a Nova Fumaça. Tally e Shay seguem de perto, mas, sempre escondidas, pois, nem eles mesmos sabem como chegar lá, precisam de ajuda. Após uma discussão onde novamente Tally decepciona Shay – mas, dessa vez eu não a culpei, rs – ela fica para seguir com os Crims de longe enquanto Shay toma a frente e segue o caminho para encontrar e destruir os Enfumaçados.

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            Ao finalmente chegar em seu destino, Tally nota que muita coisa ali não é o que parece. Na verdade, dessa vez, os Enfumaçados não estão acampados em algum lugar da floresta, mas, estão na cidade de Diego e são completamente livres. E lá em Diego mesmo, existem grupos de pessoas que fazem cirurgias loucas – como substituir os mindinhos por pequenas cobras – até grupos de pessoas que preferiram continuar feias e não passar pela cirurgia. Conforme ela fica sabendo, assim que Zane chegou a Diego, ele procurou um hospital para se tratar e melhorar, pois, Tally sabia que ele jamais se tornaria um Especial, mas, tinha esperanças de que ele pudesse mudar de ideia. E também se lembrou da época em que ela era uma Enfumaçada e não queria se transformar também. A mente de Tally novamente vai se curando sozinha e as coisas mudam ao seu redor. Mas, como nem tudo são flores, muita coisa acontece e deixa a moça confusa, solitária, com sede de vingança, triste, revoltada e com novos propósitos.

                 Eu deixei bem claro em Perfeitos que não gostei do Zane, pra mim, ele só apareceu na história para atrapalhar a vida de Tally e se enfiar entre ela e David, mas, o pior é que a bichinha realmente gosta dele, e aí até deu pra sentir um pouquinho de dó dele pela forma como Tally o tratava. E o mais interessante, e que apesar de ela ter o cérebro fritado a ponto de não conseguir olhar para Zane, que no momento era um Perfeito doente, ela tinha asco das atitudes - que ela julgava serem verdadeiras - de David, mas, não de seu rosto Feio. Vai entender, vai ver é por que lá no fundinho do cérebro dela, ela sabia que tinha sido realmente apaixonada por ele... Vai saber?


            Achei que o desfecho para essa série foi interessante, apesar de o último capítulo ter me deixado com aquela cara de ‘ué’. Não me entenda mal, foi interessante, mas, achei que faltou algo. Muitas vezes em filmes ou em livros, os autores fazem tanta questão de explicar tão bem, que o final acaba sendo demais e poderia ter terminado antes. Aqui eu acho que foi o contrário, acho que o autor poderia ter terminado com mais alguma coisa, senti uma certa falta de ao menos mais duas linhas. Mas, não posso dizer que não gostei do livro, pois, eu gostei sim. E vou parando por aqui, pois, já falei demais. Dá para encontrar as resenhas dos outros livros da série, clicando nos links com os nomes dos livros. Feios e Perfeitos.

Especiais (Specials) – Scott Westerfeld. Editora Galera Record, 312 páginas. 


    E por hoje é só, pessoas, amanhã eu volto!

Beijoooo! ^.~


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Resenha #68: Profundezas - Tricia Rayburn

     Oie gentemmm!!!! Como vocês estão?

    Bom, eu estou bem. E cheia de resenha atrasada, hahaha, então, sem mais delongas, hoje já tem mais uma, e vou dizer: finalmente eu venho trazer a resenha do último livro da série Sereia! Demorou, mas, tá aqui, rs.

Não adianta ficar bravo (a) comigo caso encontre algum spoiler por aqui, hein? Para relembrar, aqui estão as resenhas de Sereia e Encanto. Agora chega de falatório e bora lá?

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SINOPSE: Um ano depois dos acontecimentos que mataram sua irmã e transformaram Vanessa em sereia, ela tenta desesperadamente manter sua família unida e retomar a vida 'normal'. Mas, não importa quantas vezes ela mergulhe ou quanta água salgada beba, Vanessa se sente cada vez mais fraca. Ela não tem ideia de como viver na condição de sereia e não quer mais ter que lidar com sua recém descoberta identidade. É tudo assustador demais. De volta a Winter Harbor para passar o verão, as lembranças do ex-namorado, Simon, estão em toda parte. Vanessa o ama e faria tudo para que o relacionamento desse certo. Mas como pode pedir que ele a aceite de volta, se ela é uma criatura que só trará mais problemas a ele? E como Simon poderá amá-la quando descobrir a terrível verdade - que, para permanecer viva, Vanessa precisa satisfazer seus desejos de sereia, não importando quem saia machucado?

     Vanessa Sands está mais confusa que nunca. Desde a morte de sua irmã viu sua vida mudar da noite para o dia, e no momento em que se tornou uma sereia, soube que nunca mais seria a mesma. No primeiro livro, vemos uma Vanessa forte e destemida, tendo que lidar com sua natureza. No segundo livro, vemos uma Vanessa mimada e revoltada com tudo, a ponto de fazer qualquer coisa para justificar suas atitudes, mesmo que machucando outros. E no terceiro livro, finalmente, vemos Vanessa tomando as rédeas de sua vida e tentando consertar as burrices que fez. Quem não tá entendendo nada aí, se manifeste! o/o/o/o/

            Bom, Vanessa agora é uma sereia formada e tem que lidar com sua natureza má e assassina, mas, ela não se conforma com isso. Então, ela simplesmente, não faz. Paige agora também é uma sereia, e as duas juntas seguem os conselhos de Betty e simultaneamente, se preocupam com o restaurante da família. Paige então contrata uma nova garçonete que ao mesmo tempo que intriga Vanessa, deixa a amiga tranquila. É verão novamente, um ano após a morte de Justine, e sua família ainda tentando se adaptar a tudo, resolve se mudar de casa, e enquanto Vanessa fica com a missão de mostrar a casa a possíveis compradores, ela começa a escutar boatos que sereias invadiram as águas de Winter Harbor. Simon e Caleb estão mais próximos das moças e Vanessa não consegue esconder o amor por seu ex-namorado, que antes da metade do livro, se torna novamente seu namorado, pois, ele também a ama muito.

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                   Esse amor incondicional de Simon pela sereia, me deixa um pouco incomodada, pois, Vanessa é imatura e não sabe lidar direito com as coisas, e acaba expondo Simon a situações bem complicadas. As coisas pioram bastante, quando moças começam a morrer exatamente um ano após cada morte causada pelas sereias naquele local, e o quarteto fantástico – Simon, Caleb, Vanessa e Paige -  começa a bancar a equipe da Mistérios S.A. (rs!), e passam a investigar e tentar descobrir o que aconteceu com cada moça e quem está por trás dos assassinatos.

            Em meio a tudo isso, a moça recebe uma visita inesperada, e essa pessoa com muita sabedoria, consegue colocar um pouco de juízo e coragem na cabeça da menina, porém, essa visita é maculada por uma perda, o que deixa a menina mais forte do que nunca. Profundezas encerra de uma maneira bem sutil a saga de Vanessa Sands, de como ela precisou amadurecer para a vida rápido demais, como isso surtiu efeito positivo ou negativo em sua vida e nas vidas dos que ela amava. Confesso que fiquei apreensiva com esse livro, pois, no livro dois as vilãs já tinham se escafedido, não tinha como elas retornarem, e a autora foi muito feliz em criar um mistério novo com novos vilões, e putz! Confesso que desconfiei da pessoa certa, me convenci de que estava vendo cabelo em ovo, passei a desconfiar da pessoa errada, e quando descobri quem eram os vilões, falei: “E não é que eu tava certa antes?” Hahahahah...

            Enfim, Profundezas me deixou saudosa, diferente de Encanto que eu terminei ‘revolts’, esse me deixou feliz com o resultado. Uma garota tentando levar a vida de uma forma normal, apesar de saber que tudo de anormal pode acontecer com ela e sabendo qual é o seu futuro, mas, tentando seguir em frente e viver intensamente o momento. Terminou exatamente como eu imaginava que deveria ter sido, e isso me deixou muito satisfeita. Parabéns para a autora!

            Fora que a autora, a Tricia Rayburn é uma fofa, gentemmm.... Sério, volta e meia ela me responde no Instagram, e eu acho isso o máximo. Ela até me desejou feliz natal de volta, hahah... Duvida? Então olha aqui embaixo, ó!

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            Enfim, people, vou saindo... Beijoooo!



Profundezas (Dark Water) Tricia Rayburn. Verus Editora, 267 páginas. Simplesmente lindo, super recomendado!

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Resenha #67 : Hulk Contra o Mundo - Greg Pek & John Romita Jr.

     Hello, Sweeties!

E hoje, finalmente, teremos resenha de HQ, yey! Ué, eu prometi, não foi? Promessa é dívida, então, cá estou eu pra cumprir a promessa, rs. Chega de papo furado, bora lá?

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SINOPSE: Considerado uma ameaça grande demais para a humanidade, o poderoso Hulk foi exilado no selvagem planeta Sakaar pelo coletivo de super-heróis conhecido como Illuminati. Agora, ele retorna a Terra para executar uma terrível vingança. Acompanhado de seus irmãos de guerra sakaarianos e possuídos por uma fúria sem limites o Gigante Esmeralda volta para destruir aqueles que o traíram.

            Hulk Contra o Mundo é a finalização do arco que começou lá em Planeta Hulk e nos deixou meio sem saber o que pensar do verdão. Em Planeta Hulk II vemos todo o esforço de Gigante Esmeralda ir por água abaixo por uma treta que um dos seus novos amigos causou e fez com que ele pensasse que foi culpa dos humanos. E no final desta obra, vemos um garoto entrando em contato com alguns desses humanos lhes dizendo que Hulk está voltando e que está muito, mas, muito bravo. E é com essa expectativa, que temos a finalização de tudo. 

            Juntamente com seus aliados vivos do Pacto de Guerra, esse pessoal sai de Sakaar. Eles então dão uma passadinha na Lua, encontram Raio Negro, destroem Raio Negro (oi?!?) e partem para a Terra. Ao chegar novamente na Terra, com seus novos amigos, Hulk só quer saber de uma coisa: esmagar! Para ele, dane-se tudo, danem-se as explicações que os ex-amigos insistem que ele ouça, ele não quer ouvir nada. E nós sabemos que, quanto mais raiva, mais forte ele fica, e é assim que encontramos o Quebra-Mundos: muuuuiiitoooo forte! Ele está muito bravo, com muita raiva e só quer que a dor passe. Como ela não passa, ele resolve infligir dor em outras pessoas para que assim, eles possam sentir ao menos um pouquinho do que ele sentiu. Em uma das resenhas de Planeta Hulk, não sei se foi na primeira ou na segunda, eu comentei que o Grandão nem usava mais sua forma humana, apenas a monstruosa, e, isso não foi diferente. Ao lutar com seus antigos companheiros Vingadores, quando eles o tratam por ‘Bruce’, ele fica ainda mais bravo, odiando cada vez mais sua natureza humana. Ele explica que foi escravizado, forçado a lutar contra amigos, que viu sua vida nova desmoronar, tudo por culpa do grupo que o enviou para longe. E ao se dar por satisfeito, ele começa a pensar que as coisas podem novamente ser boas, porém, novamente, ele se vê em meio a uma sinuca de bico, quando, finalmente, as coisas voltam aos eixos, e ele descobre que se deixar dominar por sentimentos intensos, quer sejam bons ou ruins, podem causar danos enormes.

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          Hulk e o Pacto de Guerra saem arrebentando tudo e todos os que encontram no meio do caminho: eles vão até o Instituto Xavier, e o Professor lhe confessa que apesar de não ter tomado parte da decisão dos Illuminati por não estar presente na ocasião, ele teria apoiado a ideia de enviar o Grandão para outro planeta. Aí o Hulk dá um pau em diversas equipes de mutantes, parando somente quando acha que Xavier está sofrendo o bastante. Aí ele vai pra Manhattan, dá um pau no Homem de Ferro (e destrói a Torre Stark durante o pau no cara), dá um pau no Quarteto Fantástico, nos Novos Vingadores, nos Poderosos Vingadores, no Doutor Samson e ainda aplica os discos de obediência nos heróis para que eles não consigam usar seus poderes. Ainda tem pequenas brigas com Hercules, Namor - que não concordou com o plano de enviar Banner para outro planeta -, o General Ross - em quem ele queria dar um pau há tempos - e até em uma equipe do Exército dos Estados Unidos e mais alguns que não vou falar todos para não perder a graça, rs. E sabe o que é o mais punk? É que apesar de ele estar bravíssimo, ele está completamente consciente do que está fazendo. Ele está fazendo a mesma coisa que fizeram com ele quando chegou em Sakaar: colocando os heróis em uma arena para lutar como gladiadores, mas, diferente do Rei Vermelho, o Gigante Esmeralda não quer assassinatos, apenas justiça. Quer que os heróis vejam toda a destruição e convivam com a vergonha. 

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        Diferente de Planeta Hulk onde vemos um clima mais árido e com cores frias, Hulk Contra o Mundo, nos traz muitos tons de vermelho e preto, onde podemos ver a dor e a angústia não apenas do personagem que leva o nome do gibi, mas, de todos os outros que fazem parte do Universo Marvel. Achei que o final da trama foi perfeito, pois, vemos como as pessoas podem se enganar, que a confiança colocada em pessoas erradas podem ter consequências terríveis e o que as pessoas podem fazer para tentar consertar seus erros. Apesar de me simpatizar bastante com o Hulk, fiquei brava com as reações dele ao sequer deixar os seus antigos companheiros falarem, acho que ele poderia ter sido mais... humano. O problema é que se isso acontecesse, não teria história, rs. 

            Bom, só sei dizer que os gênios das HQ’s sempre me surpreendem com tramas adultas e nada clichês, e acho que é isso que tanto admiro nos criadores. Hulk Contra o Mundo é uma dessas histórias que nos prendem nas páginas do início ao fim, mexendo com nossas emoções mais profundas e nos mostrando que nem tudo é o que parece. Adorei!

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Hulk Contra o Mundo (World War Hulk) - Greg Pek & John Romita Jr..  Editora Salvat. Muuuuuiiitoooo bom!

Então, era isso, pessoas! Amanhã eu volto, beijoooo

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Volteeeeeiiiii!!!! Retrospectiva de Dezembro e Novis!

     Olá pessoas!!! Que saudade!
Espero que estejam muito bem, e que esse próximo ano seja mara para todos nós! Vim trazer hoje a retrospectiva do mês, e também, trazer novidades quentinhas!

Bora lá?

*Recebidos:

Aí você encontra um sebo online baratinho e acha a saga Encantadas e um livro sobre sereias que com o frete fica menos de R$40,00. Vale a pena? Claro que sim! Afinal, só Magnus Chase foi quase R$50,00!

  • Veneno - Sarah Pinborough;
  • Feitiço - Sarah Pinborough;
  • Poder - Sarah Pinborough;
  • Mermaid - Carolyn Turgeon;
  • Magnus Chase e os Deuses de Asgard - O Navio dos Mortos - Rick Riordan;
  • Surpreendente - Maurício Gomyde.

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*Lidos:

  • Sereias Também Caminham - Mirella Ferraz (Resenha AQUI);
  • A Teia dos Sonhos - Karine Aragão;
  • Especiais - Scott Westerfield;
  • Extras - Scott Westerfield;
  • Carta de Amor aos Mortos - Ava Dellaira;
  • Wolverine: O Velho Logan - Mark Millar & Steve McNiven
  • Veneno - Sarah Pinborough;
  • Feitiço - Sarah Pinborough;
  • O Espetacular Homem-Aranha: De Volta ao Lar- J. Michael Straczynski & John Romitta Jr;
  • Dreamwar: Sonhos de Guerra - Jeff Loeb;
  • Herdeiros de Sangue - Bianca Gulim.

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*Lidos no Wattpad (contos):

  • Cinco Minutos Para o Natal - Karen Dorothy;
  • Amora- Lígia Dantas.

*Parceria:

     Na véspera de Natal, eu lá em Caputira - MG - completamente incomunicável, subi numa pedra na casa da minha prima e consegui abrir meu e-mail. Qual não foi minha surpresa ao receber um comunicado da Editora Star dizendo que dentre os 300 blogs visitados o meu foi selecionado? Ainda mais quando estava de férias e tão pobre de tempo para postar as coisas! Fiquei muito feliz, e agradeço a Editora Star pela confiança!

Imagem Editora Star


*Revisão:

     Nesse mês de dezembro, tive uma grata emoção, ao ver meu nome nas páginas iniciais de um livro. A Bianca Gulim, autora de Sobreviventes do Caos me deu a oportunidade de revisar o segundo livro da trilogia, Herdeiros de Sangue. Aí, pensa só: dia 23/12, lá no interior do interior do interior do interior de Minas, só dava eu em cima da pedra, tentando fazer um Stories no Instagram falando que o segundo livro da trilogia 2323 estava disponível na Amazon baratinho. Baratinho e mara! E essa oportunidade deu vontade de ''quero mais", então, você que está escrevendo um livro, conto, ou o que for, e precisar de uma revisora, entre em contato comigo que podemos negociar, rs. Obrigada, Bi, sua linda pela oportunidade!

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*Passeio:

     Falando em Minas, fui finalmente, conhecer minha família que mora lá, a família do meu pai. E entre as muitas coisas que aguardavam por lá, encontrei uma foto que me emocionou: minha avó paterna. Nunca tinha visto o rosto dela, ela faleceu muitos anos antes de meus pais se casarem, então, não tínhamos ideia de como ela era, e, ao me deparar com as tantas lembranças do meu pai (que descobri que era muito amado pelos tantos sobrinhos dele que encontrei por lá), dos meus tios que faleceram sem que eu tivesse a oportunidade de conhecer, encontrar essa relíquia quase me fez chorar. Imediatamente, tirei uma foto da foto e enviei para meus irmãos, e a comoção foi grande. Quis compartilhar isso com vocês também, afinal, MLC não é só cultura, é família, é lazer, é gastronomia, é viagem e é o que vocês quiserem, rs, e quis compartilhar essa emoção com vocês!


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     E ainda descobri que meu pai levava fotos nossas para a madrinha da minha irmã mais velha. Fotos das quais a maioria, eu nem sabia da existência. Tipo essa aqui embaixo, eu e o Dani quando tínhamos um ano, gente, pensa! Muitos e muitos anos atrás. Dani e eu hoje infelizmente nem nos falamos mais, perdemos o contato há uns quinze anos, mas, mantivemos nossa amizade mais ou menos o mesmo tempo... Senti saudade dele ao ver essa foto, há muito tempo nem pensava nele mais... 


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 *Novidade:

     E o meu cantinho esse ano, terá algumas mudanças: além dos livros e contos que sempre falamos por aqui, esse ano teremos em alguns momentos posts sobre lugares visitados por mim, pois, algumas pessoas que me acompanham por aqui, já pediram para fazer posts sobre alguns lugares, digamos que seria um "Turistando", rs. Teremos também algo que faz muito tempo que não faço que é comparando filmes ou séries com o livro adaptado, as playlists dos song books continuarão, claro, além das TAG's, dicas de livros e das resenhas, afinal, se não fossem as resenhas, esse cantinho fófis não existiria, rs. E falando em resenha, amanhã já sai a primeira do ano, e é de HQ, uhuuuullll!!!!

     Bom, pessoas, vou parando por aqui, falei demaaaais, como sempre, rs! Feliz ano novo, tudo de bom!

Té manhã, beijooooo!


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