quinta-feira, 30 de julho de 2015

TAG: THE LIEBSTER AWARD


    Voltei, gentemmm... 

   Voltei especialmente pra responder essa TAG (já passou da hora, rs!) indicada por minha amiguinha Sara Miranda do blog "Coisas a Serem Ditas" http://coisasaserem.blogspot.com.br/ com dicas de livros, filmes, músicas, artesanato e tudo que tem de bom! A Sara assim como revela o significado do seu nome, é uma princesa, e obrigada por ter me indicado, Sarinha, fiquei lisonjeada, de verdade!
     Agora, chega de enrolação, né? Bora lá:

As etapas da TAG: 

1 - Escrever 11 fatos sobre você;
2 - Responder as perguntas de quem te indicou;
3 - Indicar 11 blogs com menos de 200 seguidores;
4 - Fazer 11 perguntas para quem você indicou;
5 - Colocar uma imagem que mostre o selo Liebster e linkar quem te indicou.


Onze Fatos Sobre Mim:

1- Sou chocólatra em fase de recuperação (sem muito sucesso,rs!);

2 - Em 2006 eu era conhecida como a "paulista do interior, filha de mineiros com sotaque gaúcho" devido ao tempo que morei no Rio Grande do Sul. As pessoas diziam que eu vivia em crise de identidade estadual, hahaha...

3 - Aprendi a ler com seis anos, época em que ganhei meu primeiro livro: "O Indiozinho Amazonas" de Jannart Moutinho Ribeiro;

4 - Minha série favorita atualmente é Doctor Who. Sou completamente Whovian, tanto que uma vez saí do interior de São Paulo pra ir pra Livraria Cultura na Pompeia só pra ver a TARDIS que estava lá em exposição. Não tinha nenhum evento, era só tirar foto e voltar embora, rs! Mas se pudesse escolher uma série para favorita fora essa, não teria dúvidas em responder Anos Incríveis;

5 - Família é tudo pra mim, meu chão! 

6 - Amo escrever! Faço diários desde os 15 anos, esse ano estou me aventurando com um diário diferente, pois comprei o livro "Uma Página de Cada Vez" e estou curtindo escrever junto com o autor;

7 - Meu livro de cabeceira mesmo é a Bíblia, todos os dias procuro fazer meu culto pessoal;

8 - Gosto muito, muito, muito mesmo de filmes;

9 - Tenho um gato vira - latas lindo chamado Doctor;

10 - Sou adventista do sétimo dia, guardadora do santo sábado, líder de desbravadores e amo usar aquele lenço;

11 - A maior doideira que já fiz foi me aventurar pra um estado desconhecido pra me encontrar com desconhecidos na casa de outra desconhecida. Desconhecidos, mas todos amigos de G+. Hoje somos todos amigos de verdade, mas, nunca mais farei isso, rs!

Onze Blogs Que Indico Para Responder à TAG:

1 - A Senhorita dos Livros
2 - La Luna Literária
3 - Tea and Toast 
4 - Strange Girl
5 - Jovens Leitores
6 - Aroma de Livros
7 - Não Se Preocupe Com Isso
8 - De Tanto Que Li
9 - Simples Assim
10 - Subindo no Telhado
11 - Salva Pelo Livro


Onze Perguntas de Sara Miranda:

1 - Quanto tempo você tem o seu blog?

Tenho meu blog há um ano e meio mais ou menos.

2 - Qual o motivo de você ter criado o seu blog?

Totalmente por acaso! Uma das matérias do meu curso de pós - graduação exigia que eu criasse em mantivesse um blog ativo por dois meses, e que eu o usasse como ferramenta em minha área de trabalho. Resultado: gostei tanto que acabei ficando por aqui, rs!

3 - Qual o seu livro preferido?

Essa todo mundo sabe: "Orgulho e Preconceito" (Pride & Prejudice) - Jane Austen.

4 - Tem alguma mania quando está lendo? Qual?

Imitar as expressões faciais descritas no livro. Por exemplo, se fala que o personagem franziu a testa, eu franzo a minha. Se fala que ele levantou a sobrancelha, eu faço isso. Mania de louco, eu, hein!

5 - Qual o seu personagem favorito de um livro?

Mr. Darcy. Eu o amo!!!! Ahahahah... 

6 - Qual o seu autor favorito?

É estranho dizer isso uma vez que não sou chegada em romances, mas meu autor favorito é Nicholas Sparks, e sou completamente apaixonada pelos livros dele! 

7 - Qual é o seu estilo de música favorito?

Gospel

8 - Um momento que marcou sua vida:

Minha formatura na faculdade.

9 - Algo que faz com que se lembre de sua infância:

A Lagoa Azul, óbvio, hahahahahah...

10 - Seu lugar preferido:

Meu quarto. Agora, se for pensar em fora de casa... a Biblioteca Municipal, creio eu.

11 - O que você espera de uma pessoa quando a conhece?

Que tenha ao menos uma coisa parecida comigo pra fluir o assunto, rs!


Onze Perguntas Para os Blogs Indicados:

1 - Há quanto tempo você tem seu blog?
2 - O que motivou você a criá-lo?
3 - O que faz em seus momentos livres?
4 - Qual é a sua maior paixão?
5 - Existe algo em você que gostaria de mudar? Se sim, o que?
6 - Qual livro está na sua cabeceira?
7 - Qual livro você leu e odiou?
8 - Qual é o tipo de trilha sonora que embala a sua vida?
9 - Romance, saga, aventura ou policial? Qual gênero se encaixa na sua categoria de livros favoritos?
10 - Qual livro você acha que deveria ter lido na escola?
11 - Qual foi o primeiro livro que você ganhou?

   Puxa, isso demorou, rs! Mas, enfim, está aqui! Agora é só esperar pelas respostas dos outros blogs! Boa noite, gentemmm...

Beijos + Abraços + Bombons...

Cecy 

Resenha #18 - Simplesmente Acontece - Cecelia Ahern

Boa noite, senhoras e senhores, tudo bem?

   Hoje estou aqui para falar de um livro que eu amei! Simplesmente Acontece (Where Rainbows End), alguém aí já leu?!?
O interessante é como eu soube desse livro. Um belo dia daqueles em que não temos nada pra fazer, eu estava sapeando no YouTube e vi o trailer desse filme. Isso tem poucos meses, uns três ou quatro. Vi o trailer, achei uma graça e decidi assistir, mas aí, eu vi lá embaixo: "Baseado na obra de Cecelia Ahern", foi quando eu disse: "Opa! Isso é livro!", e obviamente, me esqueci de assistir e decidi comprar o livro. Procurei imediatamente, e estava esgotado. Na outra semana, procurei de novo, esgotado. Na terceira semana, também esgotado, então desisti por um tempo. Passou uns dias e eu fui pra Minas no feriado de Tiradentes, e no retorno pra Sampa, eu parei em uma livraria e encontrei o bendito livro. Não pensei duas vezes! Enquanto os outros dois eu levei quase uma hora pra escolher e decidir, esse estava na mão desde o momento em que bati os olhos. Ele já era meu, só estava lá esperando por mim, rs!
   O título original é "Onde Terminam os Arco - Íris", e a capa não chamava nenhum pouco a atenção, mas após ganhar uma versão cinematográfica, houve mudança tanto no nome do filme - em inglês passou a ser "Love, Rosie" e o novo título em português "Simplesmente Acontece", ganhando também uma nova capa - uma não, duas! 

   A capa do meu, é essa primeira aqui embaixo, ó:


   O que mais chamou a minha atenção nesse livro, foi a forma como ele foi escrita. Não é uma história narrada, nem contada na primeira pessoa, ela é total e simplesmente contada por meio de cartas, SMS's, e-mails e bilhetes. 

  A história começa com Alex e Rosie trocando bilhetes na sala de aula aos cinco anos de idade. Eles vivem em Dublin e Rosie implica com o fato de Alex escrever errado o tempo todo. Parece até que não se davam muito bem. Nos próximos bilhetes, vemos que na verdade há um carinho enorme de um para com o outro ali. Alex e Rosie participam da vida um do outro como se fossem apenas uma extensão um do outro, e não como se fossem duas pessoas.
 Durante o livro, ou melhor, durante as cartas e e-mails trocados, vemos que a família de ambos torciam pra que eles tivessem algo, mas eles colocavam a amizade acima de tudo. Como todas as coisas boas duram pouco, aos dezessete anos a amizade do casal é abalada: o pai de Alex recebe uma proposta de trabalho irrecusável nos Estados Unidos e parte com a família. Rosie e Alex continuam mantendo contato, ambos se candidatam e são aceitos em Harvard, ele para Medicina e ela para Hotelaria, e eles combinam de se encontrar na formatura e voltarem juntos para Boston. Quando chega a formatura e Alex não pode comparecer, Rosie fica desolada e escolhe outro par para a festa, e é quando as coisas começam a dar errado. 

SPOILERS:

  Rosie escolhe ir pra o baile de formatura com Brian Chorão, que estudou com ela e Alex a vida toda, e bebe demais e três semanas depois se descobre grávida e precisa adiar a ida para Boston. Alex fica inconformado, mas aceita o fato de Rosie não viajar pra perto dele, e até vai no batizado de Katie, pois ele é o padrinho da menina. Os anos passam, Rosie e Katie vão para Boston algumas vezes, eles até tentam se aproximar, mas existe uma falta de sincronia na vida deles que eu conheço muito bem, rs! Mais anos se passam, Alex resolve se casar, Rosie é sua madrinha, faz o discurso de casamento dele, Katie é sua dama, mas a melhor amiga e a esposa de Alex não se dão bem, um divórcio acontece, Rosie finalmente arruma um namorado, se casa com ele, Alex é o padrinho, faz o discurso de casamento dela, Rosie toma um chifre, Alex escreve se declarando, Rosie não encontra essa carta e perdoa o marido, Alex e Rosie brigam, ficam quase um ano sem se falar, ele se casa novamente, Rosie não recebe o convite,  mais alguns anos se passam, ela descobre uma nova traição do marido, se divorcia, decide ir pra Boston, Brian Chorão aparece querendo ser pai da filha, Rosie quer dar a Katie essa chance, mais alguns anos se passam, eles se veem raramente, os dois filhos de Alex amam Rosie e Katie, Katie se forma no Ensino Médio e vai morar em Ibiza com o pai, pois ele é DJ e ela quer ser DJ, alguns anos se passam, Rosie arruma empregos e empregos, seu pai falece, mais um tempo passa, sua mãe falece, o casamento de Alex é um fracasso, mais um longo tempo se passa... enfim, como eu disse, uma total falta de sincronia na vida de ambos. E de uma forma ou de outra, você acaba torcendo pra o casal ficar juntos, sabe? E também fica claro que quando é de verdade, é pra sempre.



    Minha super amiga Fabia (Fah, te amo, saudade de você, viu?) me disse isso há uns meses. Fabia e eu nos conhecemos há onze anos, quase doze, no ônibus indo pro RS. Ela voltou pra são Paulo dois meses depois, eu ainda fiquei lá dois anos, voltei, passei por diferentes lugares, e nunca perdemos o contato. Escrevemos cartas até hoje uma pra outra, SMS, WhatsApp, nos falamos sempre e ao menos uma vez por ano nos vemos, e não moramos perto, não. Em dezembro, quando completamos onze anos de amizade, eu comentei isso, que era mais provável que nunca mais nos falássemos, e estamos aí "together forever", e ela me disse essa pequena frase que nunca mais vou me esquecer: "Quando é de verdade, é pra sempre!". E isso se nota no livro. Alex e Rosie eram de verdade, portanto, eram pra sempre! 
   Alex e Rosie passaram dezessete anos juntos e mais de trinta anos separados, se escrevendo sempre e se vendo esporadicamente. Enviando cartões de natal e de aniversário. Indo e voltando de países para passar um tempo juntos, e quando a história termina, eles já estão com 50 anos. Parece que no filme eles ficam apenas 12 anos afastados, mas no livro essa falta de sincronia é maior, e em momento nenhum a leitura fica massante.
   Não sou muito adepta a romances, apesar de Sparks ser meu autor favorito, mas esse é um romance leve, sabe. É muito real, isso realmente pode acontecer. Eu já tinha lido "PS Eu Te Amo" de Cecelia e amei, achei uma história fantástica, mas confesso que gostei mais deste, justamente por ser mais leve. Acho que vale a pena. Por ser escrito de uma maneira diferente, apesar de ser grosso, é fácil de ler, eu li em dois dias. Mas eu não conto, pois eu li essa semana um livro de mais de 500 páginas em dois dias - sou uma traça, rs!

Fica aí então a dica, meus amores. Não assisti o filme, então não posso fazer a comparação. Só sei que o Alex é o meu queridinho Sam Claflin - lindjjjjooooo.....

Então, é isso! Boa noite, senhoras e senhores, fiquem na paz!

Beijoooo... Cecy (*)

Simplesmente Acontece (Where Rainbows End) - Cecelia Ahern (cunhada do Nicky do Westlife, rs!)

sábado, 25 de julho de 2015

Resenha #17 - A Hospedeira - Stephanie Meyer

   Boa noite, gente linda!!!
   Eu sei, eu sei, hoje faz exatamente dois meses que eu fiz meu último post, e confesso que me envergonho disso, sorry, guys...

   Bom, estou aqui hoje pra falar de um livro que rejeitei muito a ideia de lê-lo, mas acabou que a minha curiosidade venceu a má vontade e eu comprei: A Hospedeira (The Host).


   Para quem assistiu o filme, sinto em decepcionar, mas o livro é diferente. Beeeem diferente mesmo. Começando pelo tipo físico e a personalidade de alguns personagens e pelo fato de uns existirem e outros não.

   A história acontece em uma época pós uma invasão alien no planeta, só que diferente das invasões por conquista a base de violência, essa foi como um problema de pressão alta: silenciosa. Durante o enredo, a personagem conta como foi que a invasão aconteceu, aos poucos, sem chamar a atenção, até que alguns humanos descobriram e passaram a fugir. Melanie Stryder era uma dessas fugitivas, passou anos fugindo junto com seu irmão. Seu pai foi pego e inserido com uma alma que contou o esconderijo dos filhos para as outras almas, e Melanie e seu irmão Jamie passaram muito tempo fugindo, até ela conhecer por acaso Jared, um homem vinte anos mais velho, mas com um coração imenso. Há dois anos ele não via um humano, e juntamente com Mel e Jamie, eles formaram uma família. O tio de Mel, Jeb, tinha um esconderijo no deserto e Mel estava procurando por uma prima quando foi cercada pelas almas e em uma tentativa desesperada de não ser inserida, ela se joga de uma altura considerável. Mel pensou estar se matando, porém, ao cair, ela não morreu. As almas cuidaram do corpo de Mel e inseriram uma alma chamada Peregrina, que de todas as almas existentes ali, era a única que tinha vivido em tantos planetas diferentes - nove para ser mais exata. Peregrina é uma alma dócil, porém, um dia ao acordar, descobre que Mel está consciente dentro de sua cabeça, e ela aos poucos vai conhecendo mais e mais sobre a vida de sua hospedeira. Peregrina começa a ficar incomodada com o fato de Mel não parar de tagarelar na sua mente, e a sua Buscadora tem uma ideia: retirar Peregrina do corpo de Mel e ser inserida em seu lugar para tentar controlar a hospedeira e encontrar o grupo de resistência de seu tio Jeb. O problema é que Mel ama Jamie e Jared a tal ponto que a parasita sente necessidade urgente de estar com eles, e em acordo comum, hospedeira e parasita se unem para tentar encontrar os dois. 


   Juntas, elas atravessam o deserto e quase morrem na tentativa de encontrar a Resistência, pois estão fracas, desnutridas e desidratadas, e quando estão prestes a morrer, tio Jeb encontra Peregrina e a leva para as cavernas causando um grande tumulto. Peregrina é machucada por aqueles que ama, sofre privações de todas as maneiras. É subalimentada, dorme em condições precárias, sofre com o medo as pessoas, porém é mantida viva graças a misericórdia de Jamie e de tio Jeb, que se apegam a pequena alma dentro do corpo de Mel, que acaba revelando que a hospedeira está em sua mente o tempo todo. Ambas amam e desejam Jared, mas ele passa mais da metade do livro ignorando a parasita, e nesse ínterim, Ian, passa a ser um dos protetores de Peregrina - chamada agora de Peg - e ao passar mais tempo com a alma, acaba se mostrando o mais humano de todos os humanos da Resistência, e apesar do amor que sente por Jared - pois Mel o ama, e tudo o que ela sente, Peg sente também - ela passa a ver Ian de uma maneira diferente. Ian é o personagem mais cativante do livro. Leve, carismático, doce, sereno, é para Peg uma calma em meio a tanta turbulência. Claro que aos pouco, Peg se apaixona. Peg, a alma, e não Mel, que a critica o tempo todo. Com o tempo, a maioria das pessoas se acostuma com a presença de Peg, e ela passa a ajudá-los de uma maneira que Mel nunca poderia, passando a ser essencial na vida nas cavernas. 


Sentindo-se amada e ao mesmo tempo odiada, Peg toma uma decisão: ela vai devolver o corpo de Mel, pois não há como ambas permanecerem juntas. Lembra nas aulas de química ou física que fala que dois corpos não ocupam o mesmo espaço? Tipo isso! Ian desaprova, pois se Peg os deixar, além de eles perderem uma grande aliada, ele perde seu amor. Mel se enfurece, pois diz a Peg que ela os ajudou de uma maneira como ela nunca poderia. Tio Jeb concorda com Ian, acha que Peg é essencial na vida deles, e Jared não emite sua opinião, ele ama Mel, mas sabe que também precisa de Peg.

Enfim, não vou falar mais, já soltei muito spoiler, hahaha...

Pontos altos do livro:

*Eu gostei da leitura, é leve, calma, confusa em algumas partes. Não sei se dá pra ser encarado como triângulo amoroso, pois envolve três pessoas e uma alma que está dentro de uma pessoa, então é, o quê, um quadrado amoroso só que com duas pessoas em um corpo só? rsrsrs...
*As personagens são extremamente cativantes! Não tem como não amar Peg com seu amor incondicional por Jamie, o próprio Jamie por sua pureza, Doc por sua compaixão, Jeb por sua perspicácia, e até Jared dá pra amar um pouco mais pro final do livro, rs, e Ian, por ser... Ian!
*Do mesmo jeito que não tem como não amar os citados acima, não tem como não ter uma certa bronca de tia Meg por sua arrogância e má vontade, Sharon por sua falta de noção, e Kyle (irmão de Ian) por ser... Kyle, ahahah.

Pontos baixos do livro:

*As vezes a leitura fica um pouco massante. Chega a dar raiva todas as vezes que Peregrina sofre nas mãos das pessoas que ela está tentando proteger, e ela fala tantas vezes sobre como se sente com relação a Jared, e como sofre por poder estar tão próxima dele e não poder tocá-lo, e por amar Mel também, que chega a irritar, mas, tirando essas partes, o livro é bom.
*As tentativas de assassinar Peg também, e a violência que ela sofre repetidamente também poderia ter sido escrita de outra maneira, mas para a dinâmica do livro funcionar, talvez, realmente fosse necessário.
*Achei desnecessário o pití de Peregrina após descobrir que as almas estavam sendo retiradas de qualquer maneira. Aliás, desnecessária foi a descrição do pós-pití, quando ela ficou sei lá quantos dias sem comer ou falar. Foi legal depois Jeb explicar a razão de tudo, mas achei desnecessário prolongar tanto a autoflagelo da bichinha.

   Enfim, quando eu cheguei no final do livro, confesso que senti saudade... É gostoso ler um livro assim, onde você acaba de ler e sente saudade dos personagens. Uma história cativante. Fico pensando que se realmente houvesse uma invasão alien no planeta, esse tipo de conquista seria a mais apavorante de todas: silenciosa. Imagina só, ser uma pessoa em um dia e no outro estar sufocada no fundo do seu cérebro com outra pessoa usando seu corpo? Que horror!!! Meyer também nos faz pensar no significado do que é ser humano. Peg é chamada o tempo todo de "Coisa", "Aquilo", "Parasita" e em uma discussão com seu irmão, ao afirmar que Peg precisa morrer porque não é humana, Ian questiona se lançar mão de violência gratuita contra alguém que não faz mal a ninguém os torna mais humanos. E isso vemos muito nos dias de hoje!

    Então, gentemmm, aí está a minha dica. Interessante é que eu não queria ler por ser da mesma autora de Crepúsculo - a saga que mais detesto! - mas, confesso que gostei, e gostei bastante. Eu estava rotulando A Hospedeira por Crepúsculo, me lasquei no meu próprio julgamento. É bom pra eu largar mão de ser besta, rsrsrs!


A Hospedeira - The Host - Stephanie Meyer

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Resenha #16 - Frankenstein - Mary Shelley

    Boa noite, pessoas queridas!!!
Em primeiro lugar: Rafael Borges, meu amigo, espero que você se recupere logo! Estou orando por você! ^.~

    Sei que já faz quase um mês e que eu prometi dar mais de mim mesma aqui no meu cantinho, mas ainda não foi possível. Mas hoje estou aqui pra matar um pouquinho a saudade e também pra falar sobre mais um livro lido.

     Alguém aí já leu Frankenstein?!?

    Quando eu era pequena, eu ouvia a minha mãe falar do filme. Ela dizia - e ainda diz -  que é um filme muito bacana, que ela gosta muito e se lamenta de nunca mais ter sequer ouvido falar, e de poucas pessoas conhecerem. Eu mesma nunca assisti e nunca tive vontade. Até esse último que saiu com o Aaron Eckhart eu também não quis assistir, em outras palavras, nunca me interessei! Mas aí, no ano passado um de meus alunos me presenteou com esse livro. Levei meses pra criar coragem pra ler, volto a repetir, não tinha o menor interesse em ler. Então, guardei na estante e deixei pra lá. Mas esse ano, eu decidi ler meus livros não lidos, ou ao menos uma boa parte deles, e resolvi começar por Frankenstein.
    Resultado: Não gostei, mas ao mesmo tempo eu gostei. Eu gostei menos do que não gostei. Na verdade a história chama a atenção, é um roteiro muito bem escrito, a tradução está ótima, mas a história, apesar de ser boa, é... nojenta! Fiquei enojada, e algumas vezes tive revertérios no estômago, rs! Vou soltar SPOILERS, viu?
    Primeira coisa:  eu descobri nesse livro que Frankenstein é na verdade o criador do monstro, e não o monstro em si! Acho que não sou a única que pensava dessa forma! Então, pra quem ainda não sabia disso, lá vou eu falar: FRANKENSTEIN É O MÉDICO, NÃO O MONSTRO!!!


    Victor Frankenstein é um estudante de medicina que vai para outro país para se especializar. Ele fica um tanto quanto obcecado em um determinado projeto: criar um ser vivo! Ele passa os meses arrombando tumbas para pegar partes de cadáveres, costura daqui, enxerta dali e finalmente, ele tem seu trabalho pronto: um monstro enorme e todo costurado. A princípio Victor fica empolgado, mas quando nota o que fez, ele se apavora, e, principalmente, quando a Criatura (como é chamada) abre os olhos amarelados, o médico entra num pânico tão grande que foge para onde vive seu melhor amigo. Victor passa mal por vários dias, tem febre, delira, mas quando finalmente melhora, conta tudo para seu amigo. Os meses  passam e o médico até consegue se recuperar. Volta a escrever para sua família, renova os laços com sua noiva e até mesmo se esquece de sua loucura. Porém, quando está prestes a retornar para seu país, recebe uma carta de sua noiva falando que seu irmãozinho caçula havia sido assassinado. Frankenstein imediatamente se lembra da Criatura e tem certeza que a mesma assassinou seu irmãozinho, e vai em busca do assassino. A Criatura contou tudo para Frankenstein, como aprendeu a falar, a ler, a sobreviver e também  contou em detalhes como ele matou seu irmão, e fez um pedido para o médico: que ele fizesse uma companheira para ele. O médico concordou e recomeçou o trabalho, mas depois ficou pensando: duas criaturas, seres horrendos como aqueles espalhados pelo mundo, não poderiam sobreviver! E decidiu então a abandonar o projeto. Mas a Criatura não aceitou a ideia, e muitas perdas ainda afetaram a vida de Victor Frankenstein: seu outro irmão, sua noiva, seu melhor amigo, enfim, ele perdeu todos os que amava! E quem era o assassino? Realmente, a Criatura. Então, Victor decidiu que era o momento de acabar com tudo aquilo e decidiu ir atrás do Monstro. Quando se encontraram, Frankenstein estava tão fraco e debilitado que acabou morrendo por inanição, e a Criatura decidiu que agora que seu criador tinha morrido, ele não tinha mais o que fazer, não tinha mais razão de viver. Fim!
    Simples assim!
 
   Bom, eu achei a história estranha, nojenta, e, sei lá, eu sei que é ficção, mas eu sou cristã, né... Enfim, pra quem gosta da história, ou de enredos nesse estilo, é uma boa pedida, mas eu não pretendo nunca mais ler, e muito menos assistir - imagina que nojo deve ser ver o cara costurando pedaços de defunto?!? Eeeeeecaaaaaa!!!!!! 

    Bem, amores, vou encerrando por aqui, em breve eu volto - espero que não seja apenas no mês que vem, em outras palavras, vou criar vergonha na cara, ahahahaha.....

    Beijo, meus amores, ótima noite! ^.^

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Dia Mundial do Livro

Buenas noches, chicos y chicas...

     Ontem foi o dia do livro, e como estou atrasada, vou fazer um post hoje para compensar ontem, pode ser?
      
    Antes de mais nada: Marcio Alexandre, meu amigo, estou contigo pra tudo! Mesmo longe, estou perto, tá? Lembre-se que quando estamos fracos é que somos fortes. Minhas orações, pensamentos e sentimentos estão contigo, viu? Um grande abraço de urso, daqueles bem apertados!!!

   Vamos lá, falando um pouco sobre livros.


Há algum tempo eu comentei em um de meus posts que livros pra mim eram artigos de luxo. Comprei meu primeiro livro aos 19 anos (Conhecer Jesus é Tudo) e passei um bom tempo sem comprar. Aos 25 eu voltei com essas. Lembro até hoje. Na hora do intervalo na faculdade vi a feirinha de livros. Olhei, andei por ela, pesquisei preços e saí de lá com "A Cabana" e "Histórias para Aquecer o Coração". A última vez que vi meu pai, estava lendo "Histórias para Aquecer o Coração". Aquelas histórias lindas, uma delas especificamente, me marcou e muito. 

  Os livros podem ser partes importantes de nossa vida, de nosso cotidiano. Muitas vezes nós nos identificamos com personagens e até mesmo com a história. Voltando a falar sobre meu pai. Ele me lembrava fisicamente o Senhor Madruga. Magrelo, irônico, com a cara meio enrugada, apesar de não mostrar realmente a idade que tinha. Morei seis anos longe de casa, saí com 19 e voltei com 25, na semana que completei seis anos de independência, voltei pra casa pra cuidar dele. Ele precisava de mim. Prometi que tentaria ser a melhor filha do mundo. Cuidei dele, perdoei ele e ele me perdoou. Todos os dias eu lia para ele uma história diferente, lições de vida. Sentávamos na beirada do fogão à lenha lá no sítio, e toda noite, por volta das sete, eu lia uma linda história pra ele. Quando ele faleceu, eu fiquei desolada, e por algum motivo eu me culpei. Fiquei um tempo sem ler nada depois disso, não sei bem o porquê. Mas não tinha mais vontade de ler. Foi quando ganhei de uma das minhas irmãs o livro "A Última Música". Já tinha assistido o filme, sabia o que acontecia, mas o livro é sempre melhor, então resolvi ler. Gente, parecia a minha história, a nossa história, minha e de meu pai!

    Não sei se isso de certa forma me motivou, mas voltei a tomar gosto pela leitura. E não parei mais! Desde então estou numa "piriguetagem literária" que só! Piriguetagem literária, adorei isso! Aquela pessoa que está lendo um e de olho em outros, ahahahah... Essa semana mesmo: estava em Sampa, tinha acabado de desembarcar do ônibus vindo de Minas Gerais, e enquanto esperava meus amigos chegarem para me trazer para a calmaria interiorana, deixei minha mamys com as bagagens e fui comprar algo para comermos. No meio do caminho vi uma livraria, entrei e uma hora depois saí com três livros de lá! Pior: estava com um na bolsa que eu não vejo a hora de terminar de ler, mas  sabe o que fiz? Foi mais forte que eu,  imediatamente comecei a ler um deles. Resultado? Ah, isso é fácil de adivinhar: deixei o outro de lado e hoje já terminei o que estava lendo, e logo, logo tem resenha dele aqui no meu cantinho.


   E como toda piriguetagem tem um alvo amoroso, eu também tenho muitos amores nos livros. Sou como o Lou Bega na música "I Got a Girl", onde ele fala que tem uma garota em cada canto do mundo. Simultaneamente, me lembro de uma música do Martinho da Vila, que ele gravou quando eu estava na minha adolescência, sabe, aquela que ele fala que já teve muitas mulheres? "Já tive mulheres de todas as cores, de várias idades, de muitos amores..." Sou mais ou menos assim com os livros. Tenho tantos amores literários... todos sabem que sou louca pelo Mr. Darcy de "Orgulho e Preconceito" e que decidi me casar com Peeta Melark de "Jogos Vorazes". Mas tenho outros grandes amores. Quem não ama o Romeo? A Julieta deve amá-lo muito, mas eu também o amo, rs! O Alex (Simplesmente Acontece), o "Querido John" - ele é adorável! - o Percy Jackson, estou bem apaixonada pelo Quatro (Divergente) também, Caleb (Prova de Fogo - apesar de odiá-lo até a metade do livro), o Caçador Eric (Branca de Neve e o Caçador) e o Caçador da Branca de Neve do livro "A Once Upon a Time Tale", e não posso me esquecer do Noah (Diário de uma Paixão) e seu amor incondicional. Também não dá pra esquecer o Dawson de "o Melhor de Mim" - melhor livro do Sparks em minha humilde opinião -  enfim, muitos amores. Já me senti parte de muito livro também. Esse que eu citei ali em cima, "Simplesmente Acontece", gente, credo! Parece minha história - ô menina azarada, sô! Só que diferente dela, eu não engravidei cedo, mas as oportunidades perdidas, sabe, isso é zuado... Como pode um escritor saber tão bem como entrar na vida das pessoas? Já fui tributo, já fui fui pra guerra, enfrentei fúria de deuses gregos e romanos, passei por facções, sou narniana - claro - passei um tempo no castelo da Imperatriz dos Etéreos, já viajei pelo tempo e espaço. Estive em outros planetas, universos paralelos, dei um rolê no vórtice temporal (conversa de Whovian, hein? rs!), e ando sempre na companhia dos patriarcas e profetas, reis e rainhas, discípulos e sábios, e caminho ao lado de Jesus ansiando pela nova terra toda vez que abro o livro sagrado e tiro algumas sábias lições. 



   Enfim, ler nos motiva a sonhar! Então, meu único conselho é esse: LEIA! Não importa que seja um livro pequeno ou um calhamaço, um gibi ou a embalagem do condicionador. Desenvolva esse hábito, saia um pouco da televisão, e viaje por todos os lugares possíveis! Sabia que eu visito direto a Carolina do Norte e ainda hoje de manhã eu estava em Jerusalém e no final do dia na Irlanda? Semana passada eu estava na Índia e no Canadá, esses dias atrás na França e na Alemanha, Nárnia já é caminho de roça, e já visitei alguns lugares escondidos como Hogwarts e as Montanhas Geladas. Já estive até mesmo a prisão mais segura do universo: Shada! 

    Bem, senhores e senhoras, vou ficando por aqui, preciso dormir, ahahah....

Um grande e apertado abraço, aproveitem o fim de semana pra descansar e ler muito! Beijos e mais beijos, se gostarem do post, quiserem tirar alguma dúvida, deixem recadinhos, adoro quando vocês deixam! ^.~



FELIZ DIA MUNDIAL DO LIVRO - ATRASADO! 


Beijoooo! =)

sábado, 11 de abril de 2015

Vida e Obra #2: Geraldo Marski - Primeiro o Reino de Deus

Bom sábado, gente linda....

Hoje estou aqui para falar um pouco sobre umas das biografias mais lindas que já li em minha vida. A biografia do pastor Geraldo Marski.


Primeiro o Reino de Deus conta a história de como um jovem refugiado russo veio parar no Brasil e como deixou sua fé levá-lo durante toda a sua vida.

Geraldo Roberto Marski nasceu durante o período em que o Imperador / Czar Nikolau II dominava a Letônia (Rússia) em 06 de novembro de 1913. Filho de August e Emile Marski, Geraldo perdeu sua mãe aos cinco anos. No ano de 1920 sua família fugiu para o Brasil em busca de uma vida de paz e um lugar onde finalmente pudessem criar seus filhos. Eles foram parar em Benedito Novo - SC - uma colônia alemã e com oito anos ele trabalhava como pajem para uma família adventista, mas devido a uma doença voltou para a casa de seu pai. Como não falava nossa língua, ele foi estudar na Escola Adventista Alemã de Benedito Novo por um ano. Até 1930 ele mal falava o português. Em 1941 ele se formou em teologia e em 1944 casou-se com Alaíde, sua companheira até o fim, e com ela teve três filhos. Passou por diversos estados e sempre se surpreendia ao ver que o Brasil é tão grande. Em 1960, teve a oportunidade de visitar sua família na Alemanha, e pôde de rever seus irmãos após 46 anos de separação.

Fato interessante: O pastor Geraldo Marski viveu sua vida sempre ao lado de Deus, colocando sua fé sempre em primeiro lugar. No início de sua carreira como pastor, ele vivia viajando quilômetros a fio de bicicleta. Uma vez, um de seus filhos ficou muito doente, correndo risco de morte, e quando sua esposa finalmente conseguiu entrar em contato com ele, ele disse apenas que oraria por seu filho, mas que não poderia deixar o que estava fazendo no momento, que Deus não poderia ficar em segundo plano. Enquanto as pessoas pensavam "alemão desgraçado!", ele apenas orava e implorava para Deus que poupasse a vida de seu filhinho, porém que a vontade de Deus prevalecesse, e ele iria aceitar o que tivesse pela frente. Seu filho melhorou!

Em uma entrevista em 2005, ele disse que achava muito legal olhar a página de obituários da Revista Adventista e não ver sua foto lá. Era uma pessoa calma, serena, agradável. Em 2010, o pastor Marski faleceu com quase 97 anos, completamente lúcido. Era um domingo, e no início da noite ele fez o seu culto, cantou, leu sua Bíblia, jantou, foi dormir e descansou às 21:05. Sua história de vida é um exemplo para todos os que passam por dificuldades e não têm esperança em mais nada. Me surpreendi muito com esse livro, ele é pequeno, tem poucas páginas e se não me engano, li em dois dias, pois peguei a noite e terminei no outro dia. 

Quando escrevi sobre a biografia de Jane Austen, eu disse que gosto de biografias, e essa é uma daquelas que mexem muito com o leitor. Tem até algumas palavras em alemão pra gente aprender, rsrsrsrs... Super recomendo!

Bom gentemm, por hoje é só. Mas não precisa chorar, logo, logo eu volto, ahahahah...

Beijos pro cês!


 Primeiro o Reino de Deus - A História de Geraldo Marski - Odete G. Lima

domingo, 5 de abril de 2015

Resenha #15 - Quando Cair o Verão e Outras Histórias

     Hello Sweeties...



          Saudade de vocês! Passei um tempão sem Internet, mas agora já estou de volta com tudo em ordem novamente. Hoje estou aqui para falar sobre um livro muito legal que li durante o mês de fevereiro: "Quando Cair o Verão e Outras Histórias". Porque esse livro virou um dos meus queridinhos? Histórias baseadas em episódios de Doctor Who! Eeeeeeebaaaa!!!! E como uma Whovian que preste, claro que vou contar tudinho pra vocês!

         Primeira coisa: nessa edição existem três histórias que foram baseadas em três episódios de Doctor Who. Tudo bem que não considero que seja baseadas nessas histórias, mas enfim, foi o que eles resolveram pensar e todo mundo pensa também, rs. Episódio 06 da sétima temporada de Doctor Who. Clara - a garota que morreu duas vezes (!) aparece novamente (viva!). Dessa vez ela é a babá de dois pré - adolescentes xaropes pra caramba. O episódio é "The Bells of Saint John", e de acordo com o livro, é inspirado nesse capitulo. Só que assim: o episódio fala sobre um perigo virtual que obviamente assim como toda história do Doctor, é um alien, e essa história fala sim de aliens, mas nada nesse naipe, nada de perigo virtual. A história se passa em outra época, e foi escrita por Amelia Williams. Quem se lembra quem é Amelia Williams? Sim, a própria: Amy Pond. 

Pra quem não tá entendendo nada: 

Amelia Pond era uma garotinha que conheceu o Doctor logo após sua regeneração, e ele prometeu levá-la com ele em suas viagens, mas precisava de cinco minutos para ir até a lua e ver como sua TARDIS estava se comportando após sua regeneração. Cinco minutos depois o Doctor volta, só que como o vórtice temporal nem sempre funciona como o Doctor quer, para Amelia já tinha se passado muitos anos. Ela não era mais a garotinha que esperou pelo Doctor, já era adulta e atendia por Amy. O Doctor salva o mundo com a ajuda de Amy e Rory Williams (o namorado), e ele promete novamente voltar. Ele retorna no meio da noite e Amy diz que mais dois anos se passaram, só que para o Doctor foram apenas alguns minutos, ou seja, sua TARDIS não estava se comportando bem. Amy viaja então com o Doctor, e passa por muitas aventuras. Ela e Rory se casam, (ele passa a ser chamado senhor Pond pelo Doctor e por Amy) e ambos passam a ter uma vida repleta de aventuras ao lado do Doctor. Um dia, eles voltaram no tempo e estão em Manhattan aproveitando o dia. Rory desaparece e eles conseguem ler a história no momento em que está acontecendo em um livro. Quando tudo finalmente se resolve, eles estão em um cemitério e Rory é mandado para o passado por um dos grandes vilões da série, e o pior: o Doctor não tem como alcançá-lo. Imediatamente, naquele cemitério aparece a lápide de Rory.  Amy ama seu amigo, mas ama mais seu marido, e correndo o risco de não se encontrar com Rory, ainda assim, ela se arrisca e toma a decisão - incentivada por sua filha -  de voltar no tempo, mesmo sabendo que ela nunca mais verá seu melhor amigo, nem sua filha. Ao voltar no tempo, na mesma lápide, aparece o nome "Amelia Williams", e não mais Amy Pond. E com essa tristeza sem fim, esse choro incontrolável, no próximo episódio, Clara aparece. O garoto que ela cuida está lendo um livro: "Summer Falls" (Quando Cair o Verão), e quem é a autora? Amelia Williams! Captou a mensagem?!? 




 Enfim, "Quando o Verão Cair" conta a história de três crianças que ficam sozinhas no mundo. Um belo dia ao acordar, Kate nota que  está nevando. Mas ainda era a última semana de verão, como pode estar nevando? Ao mesmo tempo descobre que sua mãe não está em casa. Apenas o filho do vizinho está ali com ela e mais pra frente encontram um terceiro membro. O Doctor aparece na história como o curador de um museu, e ele ajuda Kate a enfrentar o grande perigo do Senhor do Inverno, mas dessa vez, o mérito é apenas dela, ele foi apenas o coadjuvante, Tem de tudo nessa história: gato falante, menino que na verdade é homem grande, gigante de gelo, menina corajosa, pintura misteriosa, uma história cheia de surpresas e aventuras. Se foi Amy quem escreveu, obviamente, ela colocou tudo o que sentiu durante seu período de viagens com o Maltrapilho. Eu gostei pra caramba! 



      A segunda história é também no mínimo intrigante: "O Beijo do Anjo" baseada no episódio "The Angels Take Manhattan". Ah! Esse episódio, é o descrito acima. Quando estão no parque, Amy está lendo um livro, e o Doctor também. Amy pede pra ver o nome da autora, mas o Doctor não deixa, pois quem escreveu a história foi a filha de Amy (Melody Pond / River Song), usando o sobrenome "Malone". Vamos ao porquê que é baseada nesse episódio: lembra que eu disse que a Amy e o Rory foram transportados para o passado? Os vilões eram os Anjos Lamentadores, estátuas comuns - até a Estátua da Liberdade entrou na onda - que com apenas um toque teleporta a pessoa para o passado, deixando - a viva, porém se alimentando da energia temporal que a pessoa teria no futuro. Por isso foi baseada em tal episódio, pois o que Melody Malone, a detetive secreta enfrenta é justamente um vilão desses. 




        Em "O Beijo do Anjo", a detetive particular Melody Malone recebe uma visita um tanto quanto inesperada: o astro de cinema Rock Railton. Ele acredita que está prestes a ser assassinado e contrata os serviços da detetive, e ela obviamente, aceita o caso. No dia seguinte, Malone se dirige a uma festa de comemoração do novo filme de Railton, porém quando vai falar com ele, este não a reconhece, ou melhor: nunca a viu na vida! E é aí que o mistério começa! Quanto mais Melody se envolve na história, mais perigos a rondam, e ela descobre que o preço da fama pode ser muito maior do que qualquer um pode imaginar.  Principalmente quando envolvem anjos... Hum... acho que tá batendo uma curiosidade básica em ler, né? rsrsrs! Ah, detalhe: O Doctor não aparece nessa história.  


           A última história então, é "O Demônio da Fumaça". Envolve a Grande Detetive Madame Vastra e seus fiéis escudeiros: a copeira Jenny Flint e seu fiel amigo sontariano Strax. Algumas curiosidades sobre esses personagens: Madame Vastra é uma siluriana, ou seja, uma réptil. A atriz que a interpreta é a belíssima Neve McIntosh. Fico impressionada com a maquiagem perfeita dela.  Bem, Vastra é uma das grandes amigas do Doctor. Vive na Londres vitoriana, e conhece o Doctor e seus amigos fieis no mesmo dia. Vastra é alguém interessante: extremamente inteligente, nunca dá um ponto sem nó, e defende suas causas até as últimas consequências Também não pode ser considerada alien, pelo fato de os silurianos terem dominado a Terra antes dos humanos, porém em um desastre terrestre, colocaram seus corpos em estado de hibernação por longas eras. Quando acordaram não foi muito bom, mas isso é outra história. Jane é apenas uma copeira... Só que não! Ela tem habilidades com espadas e domina muito bem as artes marciais (sei lá qual, mas ela manda bem, rs!). Uma coisa que não é descrita no livro, mas fica claro na série: Vastra e Jenny são casadas. Uma eca! Um ser humano e uma mulher lagarto, ugh! Continuando, Strax é descrito no livro como um Troll, mas na verdade, ele é de um planeta chamado Sontar, (Strax é um Sontaran), são aliens que dominam as artes da guerra e sempre tem como principal objetivo a estratégia de batalha. Esses três formam uma força - tarefa e tanto! 






         Esse conto foi inspirado no episódio "The Snowmen", e fala sobre dois garotos que vivem em um orfanato. Em um dia muito frio com muita neve, o tutor os manda limpar o quintal, pois há muita neve acumulada. Com toda aquela neve, eles resolvem fazer um grande boneco de neve. Após o boneco pronto, eles notam algo estranho: aquele boneco começa a sangrar! Os meninos ficam ao mesmo tempo morrendo de medo e fascinados. No momento do medo, cada um corre pra um lado, e Harry, mesmo sem saber, a partir do momento em que escolheu correr para o lado oposto do seu amigo, iria viver a aventura mais perigosa e mais empolgante de toda a sua vida. Nessa história o Doctor também não aparece, mas sinceramente, não faz falta, pois o enredo é bem emendado. 


    Aqui tem uma foto deles. E sim, eu concordo: Strax parece uma grande batata inglesa, rs!     

Esses três contos são muito bem descritos, para todos os públicos, são histórias que agradam, e o que é melhor, é que não é necessário ser Whovian para entender as histórias, até porque o nome do Doctor nem é citado. Na primeira história apenas e ele nem é chamado de Doctor, ele se apresenta como o Curador e a menina dá um nome pra ele (Barnabás). Quem conhece sabe que é ele, quem não conhece, não faz a menor diferença, ele é apenas mais um personagem. Só na introdução feita por "Amelia Williams" é que ela faz citações sobre sua vida longe do Doctor.  


Gente, escrevi demais, hã? Ahahahahah... É a saudade, e o livro é bom. Pra quem não conhece a pessoa nas fotos dos Spoilers, ela é a filha de Amy e Rory, nascida Melody Pond, sequestrada após nascer e futuramente River Song, regenerada e mais velha que seus pais. As vezes River é mais velha que os pais. As vezes mais nova. As vezes da mesma idade. Enfim, pra isso ser entendido precisa ser assistido, a sexta temporada explica. E pelo fato de ela viajar no tempo em ordem inversa, ela e o Doctor mantém um diário de todas as vezes que se encontram, e quando alguém pergunta ou fala algo que não deve, ela diz apenas uma palavra: "Spoilers!"


             Alex Kingston - River Song / Melody Pond (Malone).

            Bem, Sweeties (isso também é da River, rs!), eu já falei demais, dá quase mais um livro, rs! Vou encerrando por aqui hoje, vou ver se essa semana ainda consigo fazer mais um post. Desculpem a demora e o texto imenso, do tamanho da minha saudade!

  Beijoooo!  (^.^)