domingo, 7 de abril de 2019

{{BEDA - Post #7}} - Turistando: Fama - MG


     Olááááááá leitores, tudo de boa?

    Assim como eu sempre digo, MLC não traz apenas apenas literatura, mas também gastronomia e destinos de viagem, rs. E hoje eu trouxe uma dica de um lugar lindo, fofo e maravilhoso para uma viagem de descanso. 

     Bora lá?

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    Para quem quer aproveitar para viajar em um feriado, mas, não sabe muito bem para onde ir, fica aqui uma ótima dica: Fama, conhecem? Não? Vou apresentar aqui, então. Conhece? Ótimo! Vem passear comigo por aqui! Lugar calmo, pacífico, o meio certinho entre a cidade e a calmaria do interior. Fama é interior, claro, mas, vocês me entenderam, rs.

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      Fama é um município do estado de Minas Gerais com a população atual de quase 4000 habitantes de acordo com os moradores da cidade. Vizinha da cidade universitária de Alfenas, Fama é um ótimo lugar para se viver. Os nascidos em Fama não são famosos nem famintos, rs, são famenses. E o nome da cidade é de origem curiosa: quando os exploradores de pedras preciosas voltavam de viagem, passavam pelo local que era completamente desabitado. Como precisavam sempre parar nessa região, diziam que paravam na “Vila da Fome”, pois, não havia uma casa sequer que pudesse alimentá-los. Com o tempo, algumas pessoas foram construindo, porém, mantiveram o nome de Vila da Fome por muito tempo. Com o passar dos anos, já não tinha mais cabimento manter esse nome, então, mudaram apenas as vogais, e de Vila da Fome, virou Vila da Fama, e com o crescimento da vila, o “Vila” também foi retirado, restando apenas o “Fama”. Legal, né?



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      A cidade possui belas paisagens e é um ótimo local para descanso. Aposentados e pais que querem uma opção para criar os filhos tranquilamente, esse é o canal. Infelizmente, com os longos períodos de seca, o grande rio que banha a cidade está cada vez mais seco. As balsas que atravessavam em linha reta, atualmente precisam contornar na diagonal para não ficarem presas em bancos de areia na metade do rio. Porém, mesmo com essa dificuldade, os famenses não se deixam desanimar: os pescadores ainda fazem festas às margens do grande rio. Minha mãe uma vez por ano vai a Fama visitar uma amiga, e sempre passa horas a fio pescando. Para quem não gosta de pescar, ainda tem a opção de usar lancha, barco, jet-ski ou até mesmo nadar nas margens.

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     A pequena cidade é toda de paralelepípedo, com estilo mais antiga, porém, não é uma cidade tão velha assim, os famenses são pessoas muito receptivas para os turistas. Com pousadas e restaurantes a beira do grande rio, Fama nos mostra o melhor de Minas Gerais. Não é um local de grandes prédios, ao contrário, tudo parece ser bem pequeno e rústico. Cartório e Tabelionato parecem casas de família, muitos comércios são casas também, e todo mundo se conhece. Estive em Fama duas vezes com três anos de diferença, e teve gente que eu conheci quando estive lá na primeira vez que me reconheceu quando voltei.

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      A igreja matriz de Fama é muito bonitinha e pequena, a arquitetura é simples e por dentro também é bem natural, não possui as grandes imagens ou afrescos, nem vitrais coloridos, mas, tudo com muito esmero. A Paróquia de Sagrado Coração de Jesus fica de frente com a praça da cidade (onde você dá uns dez passos e atravessa ela toda, rs) e a pracinha é de frente para o grande rio. Da escadaria da igreja, se vê o rio, na parte de trás da praça, tem um caminho que dá para as margens do rio, porém, no alto, uns bons dez metros, ou seja, antes talvez desse para pular de lá direto no rio, hoje pular de lá dá na terra seca e rende uns bons ossos quebrados ou até pior. Isso eu achei complicado, pois, apenas um portãozinho de um metro de altura ou menos que separa a praça desse “pontilhão” por assim dizer, não é fechado. Uma pessoa bêbada que não está com suas plenas faculdades mentais, pode cair ali e só ser encontrado horas mais tarde. Ao lado da matriz, uma barraquinha feita de bambu nos oferece um açaí delicioso e um ótimo sorvete de cappuccino. Huuuummm...

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     Quanto a hospedagem, não se encontram hotéis por aqui, mas, pousadas com piscinas, restaurantes, tudo de muito bom gosto. Não sei dizer se os preços são de bom gosto ou não, pois, fico na casa da amiga da minha mãe, mas, posso garantir que as vistas dos quartos são maravilhosas. Essa é a grande vantagem de se ter amigos, gente. Eu já viajei por alguns estados, e tirando a parte onde eu morei e trabalhei no RS, os estados que eu visitei, nunca precisei pagar hospedagem, sempre fico na casa dos outros, rs. O que não me isenta de não dar uma força pros amigos, afinal, comer e tomar banho nas costas 'dos otro' não rola, né? Laços sempre fortalecendo, rs.

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     Todas as casas praticamente possuem espaço para jardim, algumas delas até hortinha, então podemos notar um espaço bem verde e arborizado, algumas ruas possuem árvores plantadas em toda a extensão da calçada. É um povo animado, acolhedor e simples, mas, todos têm muito bom gosto. Com relação ao trabalho, fica um pouco mais complicado, pois, por ser uma cidadezinha pequena, Fama não possui um comércio variado com grandes indústrias, muita gente lá vive da agricultura e outros do turismo. A maioria da população trabalha nas cidades vizinhas: Alfenas, Varginha, Paraguaçu e alguns até em Muzambinho, há mais ou menos 100 km de distância de Fama. Falando em Alfenas, lá possui um mercadão onde se encontra de tudo! Nas duas vezes em que estive em Fama, dei um pulinho no mercadão de Alfenas para comprar queijos, doces, goiabada, bala embrulhada na palha... Paraíso aquele lugar, rs! 

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   Como ando de ônibus, a viagem é cansativa, porém, nem tão longa. Seis horas da rodoviária do Tietê até a rodoviária de Alfenas. Vinte minutos de Alfenas a Fama. Mais três horas de casa até o Tietê, pois, tenho que pegar ônibus e metrô, né? Mas, como eu durmo na viagem, é tranquilo. Se você for como eu, que leva um monte de coisas de volta, quer seja encomenda ou não, recomendo levar bolsa térmica para os queijos e doces, coloque a bolsa dentro da mala, e tá tudo de boa! Agora, se não der para colocar a bolsa térmica dentro da mala, tudo bem também, é um peso a mais, mas, vale super a pena! E gente, da última vez que estive lá, eu trouxe uma geleia artesanal de abacaxi com pimenta que é maravilhosa! Se assim como eu, você gosta de coisas exóticas, essa é uma ótima pedida, vale super a pena!


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 Então fica aí a minha dica de viagem. Como sempre digo, MLC não é só leitura, mas, também gastronomia, cidadania e cultura, rs.


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Beijooooo ^.~

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sábado, 6 de abril de 2019

{{BEDA - Post #6}} Citações #5: A Mais Pura Verdade - Dan Gemeinhart


     Oie gentemmm...


Trazendo hoje algumas citações do livro A Mais Pura Verdade (RESENHA) de Dan Gemeinhart.
Bora lá?

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“Mesmo a muitos quilômetros de distância, um amigo ainda pode segurar sua mão e estar ao seu lado.”


“A vida é um saco. Essa é a mais pura verdade. Mais uma coisa que eu não entendo: por que todo mundo sempre tenta fingir o que não é?”


“Mentir para pessoas boas dá uma sensação ruim.”


“Às vezes, chorar é mais fácil quando alguém chora com você. Mas outras vezes só torna a situação ainda pior.”


“Como ajudar, quando ajudar e ferir são a mesma coisa?”


“Viver com medo não é jeito de viver.”


Então, era isso!

Beijos + Abraços + Bombons...



sexta-feira, 5 de abril de 2019

{{BEDA - Post # 5}} BOOKTAG: Liga da Justiça

     Olááááá leitores!!!!
Tudo bem com vocês?
Passando hoje para trazer uma BookTAG muito da hora que eu encontrei no blog Literalmente Uai e resolvi fazer também. O blog é bem da hora, com bastante conteúdo diferenciado. 


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    A TAG consiste em assimilar os personagens da Liga com livros, bora lá?

***Todas as imagens foram retiradas da internet.


1. Batman: Um livro sobre pessoas ricas:

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Gente, não lembro... Ah, claro que lembro: O Grande Gatsby de F. Scott Fitzgerald. Gente, fazia anos que eu lia sobre, via filmes com mulheres vestidas de Daisy Buchanan e tals, não tinha curiosidade para ler ou assistir, aí um dia eu passei pela Nobel e não tinha nada interessante, então eu vi esse livro lá por um precinho da hora, e... comi o livro! Que livro, meus amigos, que livro! Um clássico sobre a futilidade da alta sociedade americana e suas consequências... Vale a pena!

2. Mulher-Maravilha: Um livro cheio de verdades:

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Fico com o drama Dançando Sobre Cacos de Vidro pelo motivo de os problemas de saúde dos protagonistas terem sido descritos com veracidade principalmente por que a autora - Ka Hancock -  trabalha na área e soube exatamente como descrever não somente sobre as doenças, mas, sobre os comportamentos dos pacientes. Eu amo muito esse livro!

3. Aquaman: Um livro em que a água é importante:

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Poderia falar de um monte de livros de sereias, pois para nós sereias, rs, a água é importante, mas, vou falar especificamente de A Sereia da Kiera Cass, onde a Água é extremamente importante, ela tem vida, fala, pensa e escolhe (aleatoriamente, mas escolhe, rs) as moças que a servirão por cem anos. Me simpatizei com a Água apesar de ela ter me deixado com raiva dela e depois me deixou bem de novo. Leiam e depois pensem bem se isso não é fato nesse livro? Hahahahha...

4. Cyborg: Um livro com robôs:

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 Gente, vocês já leram A Invenção de Hugo Cabret? Não é um livro sobre robôs, mas, o protagonista tem toda uma história com o pai e um autômato... Super legal!

5. Flash: Um livro que você leu rápido demais:


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Ah, tem vários, né gente! Eu li muito rápido o livro Mortalha da Lamentação do Tommy Donbavand. Eu levei muitos anos para conseguir, sempre que eu tentava comprar não rolava, até que minha amiga Aninha me deu de presente, mas ainda levei um tempão para ler, porém, quando peguei, foram dois dias. Além de Mortalha, eu li rapidinho Os 13 Porquês (em um domingo); O Grande Gatsby (dois dias); A Imperatriz dos Etéreos (dois dias);  Como Chegamos Até Aqui? (sete horas); Crepúsculo (quinze horas), e... Acho que só esses, hahahah. Ao menos eu me lembro apenas desses no momento.

6. Superman: Um livro que você passou muito tempo esperando aparecer:

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Sempre fico ansiosa por cada livro do tio Rick. Acho que o caso de maior ansiedade para mim foi esperar pelo último livro da saga Heróis do Olimpo (O Sangue do Olimpo) e o último da trilogia Magnus Chase e os Deuses de Asgard (O Navio dos Mortos).

E aí, o que acharam? Eu curti pra caramba, deixo a vontade quem quiser responder, só me marquem e deem os créditos para o Literalmente Uai, ok?

    Meu, se emocionem com essa imagem que me emocionou por emocionar o Batman, rs.

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     E riam com esse diálogo entre o Batman e o Coringa, eu ri muito, hahahahaha!


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Então era isso, pessoas. Amanhã tem mais! Beijooooo! :)

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     Aaaaaaaahhhhhh!!!! Falando em Liga da Justiça, vocês viram o trailer de Coringa? Não? Gente, não tinha ninguém melhor para protagonizar esse filme que o Joaquin Phoenix, amo aquele cara! Clica aqui embaixo, e se delicie com o trailer!




quinta-feira, 4 de abril de 2019

{{BEDA - Post #4}} Entrevistando: Vânia Lara

    Olá leitores, tudo bem com vocês?

Estou passando aqui hoje para apresentar para vocês a parceira querida do blog Vânia Lara. Conheci a Vânia a Bienal SP 2018 - e eu tenho certeza que já disse isso antes, rs - e me encantei por ela, fiquei muito feliz quando fui selecionada para ser parceira.
Sendo assim, algumas parcerias da autora fizeram diversas perguntas para ela, e foi respondido em forma de entrevista, e estou trazendo aqui para que todos tenham a chance de conhecer essa mulher mara, que tal?

    Agora chega de bolodórios, bora lá?

Imagem SKOOB

O que levou você a escrever a história Acima de tudo, de onde veio a inspiração? De onde surgiram os personagens do livro?

O “Acima de Tudo” surgiu depois de uma amiga contar sobre sua perda trágica no passado e isso me marcou muito. Pude sentir a dor desta mulher e então, quis exprimir através de um romance aquilo que absorvi naquele relato. No entanto, não tive a pretensão de fazer desta história um livro; a princípio era para ser apenas um conto sobre o que minha amiga relatou do seu passado, contudo, a história de Evelyn, a personagem principal, foi crescendo com novas tramas, novos enredos, cenas, envolvendo outros personagens que, quando dei por mim, o conto inicial havia se transformado em um livro.

Quando você percebeu que queria escrever se tornar escritora? Teve alguma motivação ou influência? Pensou em desistir em algum momento?

Nunca tive a pretensão em ser escritora, apesar de desde pequena gostar de escrever e de passar para o papel algo que vi, ouvi ou até mesmo senti em um acontecimento. Enquanto escrevia nunca pensei em desistir, porém não tinha pretensão nenhuma em que o Acima de Tudo fosse publicado. Contei com pessoas incríveis que me incentivaram e apoiaram para que eu enviasse o original às editoras, e foi através da insistência de meu esposo, de minha irmã e cunhada que leram o texto original, que resolvi publicar e oficialmente me tornar escritora, mas confesso que bateu certa insegurança antes de assinar o contrato com a Coerência.

Qual a sensação que você, como escritora, tem quando recebe um elogio do livro ou critica?

Sempre fico apreensiva quando um leitor diz que está lendo meu livro! Quando recebo elogios acerca dele me impulsiona a continuar escrevendo e influenciando outros com meu trabalho; é realmente gratificante saber que minhas palavras atingiram o coração de um leitor. É triste quando recebemos uma crítica em relação ao nosso trabalho, porém compreendo que cada um tem sua opinião, eu mesma como leitora me peguei várias vezes querendo mudar o rumo da história ou irada com um personagem. Enfim, acredito que todas as opiniões são bem-vindas desde que seja feita com respeito, isso é o mais importante, afinal, estamos neste mundo para aprender, sempre.

Qual foi a sensação de ter seu primeiro livro publicado?!

Fui acompanhando o crescimento do Acima de Tudo, criando forma e vida aos poucos através da diagramação, capa, capa completa..., contudo, tê-lo nas mãos pela primeira vez, sentir o cheirinho de papel recém impresso, o peso dele nas minhas mãos e poder abraçar a minha obra foi uma sensação incrível e um sentimento inexplicável, de um sonho realizado, um trabalho árduo concluído e um grande passo em um terreno totalmente desconhecido: o mundo literário.



Qual melhor horário para escrever? Existe algum ritual ou hábito em seu processo de escrita? Algo que a ajude neste momento de criatividade?

Quando escrevo um conto ou cenas para um livro gosto de colocar meu fone de ouvido com minhas músicas preferidas, na maioria das vezes românticas, é claro, no entanto, depende muito do que vou escrever, se é, por exemplo, uma cena de suspense ou mais engraçada, procuro músicas que me trazem estes sentimentos. (Particularmente, Evy e Jim têm sua própria trilha sonora.)
Preferencialmente escrevo à noite, enquanto meus filhos dormem, mas também escrevo no horário do meu almoço na escola onde trabalho. Entretanto, como gosto de observar pessoas, lugares, situações... há alguns momentos do dia onde sinto a necessidade de pegar um caderno ou até mesmo o bloquinho de notas do celular e colocar ali as palavras que estão borbulhando em minha mente, em qualquer lugar em que eu estiver.

Como foi o processo de escrita? Quanto tempo demorou para ele ser escrito e concluído?

Escrevi a história do começo ao fim durante um mês corrido, depois, ao longo de um ano, voltei reescrevendo quantas vezes considerei necessário, alterando falas, mudando cenas, melhorando a personalidade dos personagens, enfim, até eu considerar pronto para enviar às editoras e escolher a Editora Coerência para receber o Acima de Tudo.

Você encontrou dificuldades para escrever o livro ou alguma determinada parte? Qual foi essa dificuldade e porque? Como superou?

Minha maior dificuldade para escrever o Acima de Tudo foi encontrar tempo! Tenho dois filhos pequenos e trabalho o dia todo como professora; equilibrar a escrita com cuidados com a casa e momentos com família confesso que foi, e é, um pouco difícil, mas não impossível quando realmente queremos.
Na parte narrativa ou criativa não encontrei grandes dificuldades, pois gosto bastante de escrever sobre dores, amores, enfim, sentimentos que nos trazem forças para continuar, porém, foi necessário um tempo de pesquisas para me informar a respeito de leis de proteção à mulher, abuso moral, brechas na lei e outras questões judiciais que mencionam no livro, no entanto, não queria que ele ficasse técnico demais, por isso precisei contrabalancear muito com a parte criativa e ficcional.
Entretanto, preciso confessar que chorei bastante ao escrever e reler a cena onde Evelyn relata seu passado e revela seu segredo ao Jim, depois de um momento de desespero atribulado por seus pesadelos e fantasmas.

Muitos leitores compram o livro pela capa e a do Acima de Tudo é magnífica. Ela tem algum significado ou é apenas uma ilustração?

Tem um significado sim. O balão simboliza a liberdade, como se Evelyn estivesse pronta a largar e deixar ir tudo o que a fizera sofrer, impedindo-a de ser feliz e seguir em frente, por isso, na capa há também um caminho à sua frente onde irá trilhar e refazer seus passos para um futuro ao lado de novos amigos e um possível novo amor. Pode haver outras interpretações ainda, qual é a sua? rsrsrs.

Fale-nos dos teus projetos lançados ou próximos lançamentos. Você tem algum projeto em andamento ou que gostaria de fazer e ainda não começou?

Acima de Tudo foi meu primeiro livro lançado pela Editora Coerência, mas tenho um conto que será lançado pela editora Essência Literária, na Antologia intitulada Momentos inesquecíveis; meu conto se chama Caminhos cruzados. Ainda não há data para lançamento, mas espero que seja em breve.
Tenho outro livro em fase de revisão chamado Esperança e creio que ano que vem entrego a Editora Coerência para publicação.
Estou rascunhando uma próxima história onde os personagens são Romeu e Laura (do livro Acima de Tudo), talvez se torne um spin-off, mas isso já é assunto para daqui uns dois anos.

Quando você está iniciando um novo livro, você utiliza algum material como referência para escrever ou é simplesmente inspiração momentânea?

Minhas histórias se baseiam em algo real, a dor, o sofrimento, as alegrias e conquistas de alguém, estes são meus pontos de partida, a partir disso, as ideias vão chegando, ora de pouco em pouco, outras aos borbotões. O importante é estar aberta para absorver atitudes e falas, sentimentos e emoções daqueles que me cercam.

Quais as dificuldades que você enfrentou como autora ou para se manter no mundo literário?

Creio que a maior dificuldade no mundo literário é quebrar paradigmas e preconceitos em relação à literatura nacional. Muitos leitores pecam por falta de informação e até mesmo de hábitos de leitura, pois há muitos escritores nacionais que arrasam, mas não encontram apoio no mercado literário. Entretanto, podemos mudar esta história, se cada um fizer a sua parte, comprando, lendo e divulgando a literatura nacional, em breve mudaremos este quadro.

Quais seus escritores/livros favoritos que te inspiram no mundo da literatura?

Sou uma leitora voraz e assídua, leio de tudo, mas tenho minhas preferências que são os livros de romance. Tenho alguns escritores que gosto bastante: Julia Queen e Nicholas Sparks, porém são os escritores nacionais que me inspiram neste mundo literário, aos quais posso destacar a Marta de Miranda e Priscila Debly, ambas da Editora Coerência.

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Se você pudesse voltar no tempo, para que data ou momento voltaria?

Uma pergunta muito interessante, porém, nunca parei pra pensar sobre ela... Não tenho a intenção de voltar no tempo para modificar algo ou alguma atitude, pois creio que o que somos hoje é fruto da bagagem que trazemos no decorrer de nossa trajetória. Mas se pudesse voltar, talvez seria para o dia do nascimento dos meus filhos, a fim de vivenciar a alegria de tê-los pela primeira vez em meus braços. Uma emoção incrível e indescritível.

Defina o Acima de Tudo com uma frase.

A frase que resume ou define o Acima de Tudo é uma dita por Evelyn, a personagem principal, ainda no começo da história:
“Às vezes, o que precisamos fazer para mudar o destino e a sorte é, somente, cruzar uma porta. Precisava descobrir qual abrir e tudo iria mudar.”

    Então era isso, pessoas! Espero que tenham curtido, amanhã eu volto!

Beijos + Abraços + Bombons...


quarta-feira, 3 de abril de 2019

{{BEDA - Post #3}} Resenha #91: O Diário de Mr Darcy - Amanda Grange

     Oiiiiii!!!!
Que eu sou fã de Orgulho e Preconceito (RESENHA) todo mundo sabe. Que eu amo o Mr. Darcy, todo mundo também sabe. Agora, tentar entender o lado dele da história, é sempre uma tarefa árdua, afinal, ele deve ser a mente mais estranha e orgulhosa do mundo, rs. Bora então conhecer os desejos secretos de Fitzwilliam Darcy?

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SINOPSE: O único lugar em que Darcy podia compartilhar seus sentimentos mais profundos era nas páginas de seu diário. Atormentado entre o senso de dever para com o nome de sua família e seu crescente amor por Elizabeth Bennet, o leitor terá acesso à sua alma, ao drama de um cavalheiro que luta para não sucumbir ao amor. O Diário de Mr. Darcy: uma imaginação hábil e graciosa do ponto de vista de um dos heróis mais amados da mais duradoura história de amor de todos os tempos.

     A trama começa no dia 1º de julho com Darcy se perguntando se fez bem em estabelecer Georgiana Darcy em Londres. Para quem conhece Orgulho e Preconceito, sabe que o que Darcy mais ama e estima é sua irmãzinha caçula. Mas não é apenas Georgiana quem toma conta dos pensamentos de Darcy, uma vez que ele tem Wickham para se preocupar também com seus sentimentos contraditórios por aquele com quem foi criado junto.

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     Após deixar sua irmã com uma tutora, Darcy vai até a casa de seu bom amigo Bingley e escuta pela primeira vez o rapaz falar que vai alugar uma casa de campo para o inverno, primeiramente alugar para caso haja interesse futuramente, fechar negócio na compra do imóvel. Após conversarem bastante, Darcy resolve seguir viagem com seu amigo para a futura casa dos Bingley quando este for para Hertfordshire. Antes de ir, no entanto, ele ainda tem encontros com seu primo – coronel Fitzwilliam – e novamente com sua irmã Georgiana, e tem uma surpresa não tão grata. Vemos um Darcy bastante sensível quando se trata de sua irmãzinha, o que é interessante se levarmos em consideração o quão soberbo ele é.

     Após esses infortúnios, vemos Darcy e a família Bingley se dirigindo para Netherfield se estabelecendo e finalmente, conhecendo as Bennet. Darcy se sente mal por chegar no interior principalmente pelo fato de todas as pessoas ali parecerem saber o quanto ele ganha por ano, e o quanto isso é importante para as pessoas, fazendo assim com que seu desprezo por elas cresça cada vez mais.

“Eu ouvi vários comentários da pessoa agradável que ele (Bingley) é e de seu rosto bonito. Eu, também, fui descrito como um homem bonito, até eu desagradar Mrs. Carlisle. Ela fez um comentário desagradável e eu estava irritado com isso: não tinha se passado dois minutos quando ela comentou que queria que sua filha tivesse os meus dez mil por ano, e então, quando ela me apresentou sua filha, ela teve a audácia de dizer na minha frente que ela considerava a riqueza sem importância para o casamento, e que o que realmente importava era o sentimento.”

Imagem Guardiã da Meia-Noite
     Nesse baile ocorrido no dia 02 de outubro, Darcy viu pela primeira vez miss Elizabeth Bennet e sentiu algo em seu olhar, mas, por pensar que ela era uma aproveitadora como qualquer outra moça dali, preferiu bancar o frio e nojento que conhecemos no começo do livro. Já no dia 19 de outubro, Darcy ainda falava mal de Lizzie com Caroline, porém, admitiu em seu diário que seus olhos passaram a observar melhor miss Bennet e notou que não estava sendo justo com ela, pois a moça possuía belos olhos e era uma criatura agradável.

A partir desse momento então, vemos um Darcy mais complacente, menos impulsivo com suas palavras e sentimentos e o melhor, apaixonado. Nas últimas páginas de Orgulho e Preconceito, Lizzie pergunta para o cavalheiro quando foi que ele se apaixonou por ela, e aqui notamos que a autora quis brincar com essas palavras ao notarmos que Darcy foi se apaixonando gradativamente por miss Eliza. É muito massa ver um Darcy inseguro, sem saber se pede para dançar com a senhorita Bennet segunda ou se deixa pra lá, pois tem medo da rejeição, ele notando que ela tem mais beleza do que ele elegeu um dia, e acima de tudo: colocando o orgulho de lado para se render ao amor de uma bela e intrigante mulher.

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     Para quem gostou de Orgulho e Preconceito não deve deixar de ler esse belo livro, cheio de encantos e significados. Mr. Darcy me encantou mais uma vez, e bem sem querer dessa vez, rs. A autora ainda tem outros livros do universo Austen, tais como Mr. Darcy Vampiro, O Diário do Capitão Wentworth, O Diário do Coronel Brandon, O Diário de Henry Tilney – nem todos em versão brasileira, infelizmente


Título Orginial: Mr. Darcy’s Diary / Amanda Grange
Editora: Pedrazul / 2015

Páginas: 220

Suuuuuuuper recomendo!!!

Beijos + Abraços + Bombons...

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terça-feira, 2 de abril de 2019

{{BEDA - Post #2}} - Coerência Literária

      Oláááá leitores, tudo de boa?

Estamos aqui em mais um dia de BEDA, e quero contar para vocês sobre o evento Coerência Literária. Bora lá?


Imagem da Editora

    O evento da editora aconteceu no dia 31 de março no espaço Unibes Cultural, situado na Rua Oscar Freire, 2500, é um lugar bem bonito e espaçoso. O evento aconteceu a partir das 14h, mas eu cheguei atrasada, rs, então às 15:15 mais ou menos eu cheguei com minha amiga Quenia - pessoa para quem eu recorro quando preciso fazer um tour pela Capital, rs. O evento era basicamente sobre as dificuldades do mercado editorial e a persistência dos autores em se manterem no meio literário.


Imagem MLC
    Como cheguei atrasada eu não recebi o kit de chegada, porém, a editora foi tão querida que mesmo assim entregou para os "atrasildos" o kit, que continha um livro e um kit de marcadores e cards. Esse primeiro painel que eu assisti - não sei quantos aconteceram antes de mim - tinha uma galera muito da hora, entre eles o Felipe Sali, autor JéssicaO Clube dos Jovens Quebrados e Mais Leve que o Ar, entre outros, e achei super legal a espontaneidade dele ao conversar com  o público, por que sim, para mim foi uma conversa, me senti falando com o autor. Lá estava ele, sentado na poltrona com perninhas de índio, todo meninão. Adorei ele!

Imagem MLC
     Para matar a minhas amigas Rê e Kakau de invejinha, no mesmo painel estava o autor Vinícius Grossos (O Garoto Quase Atropelado), que conversou com o público sobre suas experiências durante o processo de escrita de sua obra-prima. Ele afirmou que enfrentou problemas com depressão e que sentiu necessidade de escrever para desabafar, e ele não tinha ideia da repercussão que teria de volta. Não li nada dele, tenho vontade. E ele foi um querido comigo, meninas, mais um pouquinho de invejinha branca para vocês!

Imagem MLC
    Além de muitos autores da hora que estavam lá, teve uma palestra mara com o cineasta Marcos de Brito, ri muito com ele, as alfinetadas no Vinícius eram as partes mais legais. A escritora Marcia Kupstas também deu o ar da graça, ela é linda, fofa e super moderna: estava de vestido e tênis, sem medo de ser feliz! Teve uma galera que participou de brincadeira, e por fim, teve o sorteio: mais de 30 nomes na caixinha, e o nome da Cecília não saiu, claro, rs!

    Reencontrei minha amiga querida Bianca Gulim, autora, parceiraça do blog e recebi aquele abraço apertado dela. Após o encerramento teve um coffe break, mas, eu tinha que voltar para o interior, né, gentemmm, não dava pra ficar por lá. Foi a primeira vez que participei de um evento literário desse porte e eu adorei, quero mais!

Imagem MLC 
     Esse é o livro que veio no meu kit, O Sol de Rovenah, alguém aí conhece? Curti a sinopse, fala sobre o comércio escravo, curti a sinopse. Em breve será lido para ter meu aval, rs. O evento terminou por volta das 17:30,  e eu juro que queria ter tido mais tempo para ter a chance de conhecer mais algumas pessoas. Soube que minha amiga querida Tati do blog Tati C. estava por lá, e eu fiquei chateada comigo mesma, pois, perguntei pra tanta gente, a Tati mesmo é uma pessoa que sempre que eu vou participar de algo pergunto se ela estará presente, e dessa vez eu passei reto. Mas, não faltará oportunidades, né não? Beijo pro cê, amiga. 


Imagem MLC
     E para finalizar minha ida a Sampa, claro que não pode faltar o rolê pelo Starbucks, né? E a gula da pessoa é tanta que não basta o copinho, tem que ser o maior, né? Com o friozinho chegando, ao invés do chá gelado, é o capuccinno de meio litro que me espera, hahahahaha. 

    Quero deixar meu muito obrigada para a Editora Coerência por ter planejado algo com tanto carinho, que venham mais projetos assim, eu participo sem pestanejar, rs. E para quem não conhece a Coerência, o link para o site é esse AQUI e para ir para o Instagram é só clicar bem AQUI. Eles tem um catálogo variado em livros físicos e e-books, autores maravilhosos que eu tive a chance de conhecer alguns, e um atendimento bem especial. Fica a dica!

     E hoje fica por aqui, pessoas!
Beijos e queijos!



segunda-feira, 1 de abril de 2019

{{BEDA - Post #1}} Citações #4: "A Teia dos Sonhos" - Karine Aragão

    Olá leitores, tudo de boa com vocês?

E estamos começando mais um BEDA esse  ano, quero só ver se vou dar conta. No papel está tudo lindo, vamos ver se conseguirei passar para cá tudinho, né? Mas, os planos são manter-me firme assim como tem sido nos últimos.
    Para quem está mais pra fora que braço de caminhoneiro, rs, BEDA é a sigla para Blog Every Day in April, ou seja, postagens diárias durante o mês todo. E para começarmos bem, quero trazer as citações que eu mais gostei do livro A Teia dos Sonhos, da autora carioca animadíssima Karine Aragão. Para conferir a resenha desse livro, basta clicar AQUI.

    Bora lá?

Imagem MLC

As coisas ruins acontecem, faz parte do ciclo da sobrevivência humana, da seleção natural, do quer que seja. Quem se adapta melhor aos contratempos vive mais.” (pg. 09)

“Quando você for adulto, vai precisar ter terminado o colégio e feito uma boa faculdade pra poder conseguir um trabalho e se manter financeiramente. A não ser que você dê sorte de ganhar na Mega Sena, ou se torne um jogador de futebol fenomenal...” (pg.11)

“[...] diante de qualquer problema, de qualquer sofrimento, a vida sempre é a melhor opção.” (pg. 13)

“Quem sabe, um dia, alguém invente a tal máquina do tempo e eu possa voltar pra algum instante da vida de Laura e dizer a ela que se sentir triste é normal. O mais importante é saber que a tristeza é como a nuvem, sempre está de passagem.” (pg.14)

“Queríamos que nossa amizade ficasse eternizada. Pacto de sangue nem pensar. Acho nojento. Dois dedos com sangue escorrendo se esfregando. E depois é a maior bobeira pensar que um sangue vai se misturar com o outro e tornar os dois sangues iguais. Pra piorar, tem tanta gente por aí com o mesmo sangue, mas que não se suporta.” (pg. 18)

“Qualquer decisão vai ter a parte boa e a parte ruim, mas você precisa assumir os riscos para ser feliz. Sem se jogar no mar, a felicidade não chega. E, muitas vezes a gente precisa optar pelo que nos faz feliz no momento, sem penar no que os outros vão achar.” (pg. 129)

“Se existe uma tal alma gêmea pro amor, tenho certeza de que existe também pra amizade.” (pg. 140)

“[...] os problemas sempre vão existir, mas é a gente que dá a eles o tamanho que nós quisermos, a gente decide se aquele problema deve ser maior ou menor que todas as coisas boas da nossa vida. E também devemos aprender que ser feliz não significa nunca ter problemas, mas, simplesmente, ter atribuído um tamanho pequeno a eles. (pg. 141)

“Eu escolho viver, porque só em vida posso ir resolvendo meus problemas e procurando momentos felizes que façam tudo valer a pena. Só enquanto estamos vivos podemos correr, pular, estudar, beijar, abraçar, dizer eu te amo, sentir a barriga doer de tanto rir...” (pg. 141)

“A felicidade só pode existir enquanto estamos vivos. A vida sempre é a melhor escolha” (pg. 141)

“Tem dias que são melhores que os outros...” (pg. 146)



    Ah, uma coisa que também não comentei, é que o livro é todo musical com melodias da banda Onze:20. Se quiser conhecer as músicas que estão no livro, só clicar AQUI que você vai direto para a lista.


Imagem da internet




    Até amanha, leitores!

Beijooooo :)